Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 24/10/2018

A prática de prostituir-se é uma das mais antigas da humanidade. No entanto, o Brasil é uma referência negativa em relação à prostituição infanto-juvenil. Essa situação está ligada, não só a desigualdade social da população, mas também pela ausência de investimento do poder público, pois, muitas crianças que não veem na escola e na educação uma ferramenta para sua libertação, se prostituem para a sobrevivência. Nesse sentido, convém analisarmos as principais causas, consequências, e possível solução para esse impasse.

Segundo a UNICEF, - Fundo das Nações Unidas para a Infância – em dados de 2010, cerca de 250 mil crianças estão prostituídas no Brasil, atividade comum, principalmente nas regiões mais pobres do país. Dessa forma, podemos afirmar que a desigualdade social tem levado nossos jovens para o mercado sexual, a maioria deles vendem seus corpos para comprar alimento e moradia. É inadmissível que essa realidade ainda ocorra nos dias atuais, haja vista, que a constituição de 1988, garante o direito de liberdade e igualdade a todo cidadão.

Além disso, é fato constatado que a maioria das crianças e adolescentes que se prostituem tem pouquíssimo grau escolar, ou analfabetas, que por não terem conhecimento das consequências, acabam se sujeitando a esse tipo de situação. Nesse sentido, a ausência de informação das pessoas se deve a ineficiência do poder público. É alarmante que em pleno século XXI a população ainda seja tão alienada, uma vez que, a educação pode mudar o mundo.

Assim, o governo deve combater a exploração sexual por meio da ampliação das bolsas sociais financeiras, mediante a fiscalização do orçamento público destinado a educação, verificando sua aplicação no bem-estar dos alunos e professores, com salas de aula adequadas ao aprendizado, para que haja melhoria desse quadro indesejável. Além disso, as ONGs devem realizar campanhas publicitarias para informar a população geral, com palestras, debates. A fim de diminuir meretrício.