Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 28/10/2018
Uma das reflexões possíveis sobre o Brasil diz respeito aos desafios para garantir a vacinação. Em meados de 1904, ocorreu à revolta da vacina que foi uma insurreição popular ocorrida no Rio de Janeiro, a reação da população decorreu-se da obrigatoriedade da vacina imposta pelo sanitarista Oswaldo Cruz. Nesse sentido, a atitude da população reflete a falta de conhecimento sobre a vacina e seus aspectos positivos na prevenção de doenças. Diante do contexto mencionado, urge a necessidade de mudanças para extinguir tal situação.
Segundo o Ministério da Saúde, o número de indivíduos vacinados vem caindo ano a ano em todo o país. Conforme o Ministério, o governo tem investido muito pouco nos recursos para as divulgações. Cordialmente, as crianças são as principais do decaimento, apresentando uma luz vermelha, resultando em uma maior preocupação, já que apresentam uma menor imunidade comparada aos adultos. Em virtude disto, tornam-se mais propensas as doenças que na maioria das vezes, são fatais e poderiam ser evitadas se houvesse uma maior disseminação das informações.
Outrossim, o Estatuto da Criança e do Adolescente diz que a vacinação é direito da criança, dever dos pais, da sociedade e do estado. De acordo o Estatuto, a garantia do cuidado com a saúde dos filhos é um dever pertencente ao poder familiar. Desse modo, as punições estão previstas no Art.129 do Estatuto aos pais que recusarem vacinar os seus filhos, a recusa é um ato de negligência e pode ser considerado um crime grave. Sendo assim, o descumprimento pode levar desde a aplicação de medidas leves até à destituição do poder familiar, dependendo das circunstâncias do ato.
Dessa forma, ficam claras as atuações conjuntas quanto a tais situações com o objetivo de erradicá-las. Compete à mídia desenvolver mais campanhas de vacinação, para que os pais atualizem o cartão dos filhos e estes se tornem imunes às doenças. E, cabe ao governo investir mais na saúde, na aplicação de assistentes sociais, fiscalizando as famílias e orientando-as quanto à importância da vacinação, no propósito de priorizar a saúde. Logo, com respeito e tolerância, seria possível, superá-las.