Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 28/10/2018

A Revolta da Vacina foi um marco na história brasileira em que a população do subúrbio do Rio de Janeiro se negou a receber certa vacinação por agentes de saúde a mando do Governo. Como não tinham informação alguma, rebelaram-se mesmo crendo que iram morrer. Atualmente, os desafios relacionados à vacinação continuam, mas aumentaram e se diversificaram dificultando a imunização da sociedade e a erradicação de doenças. Dessa forma, são necessárias medidas eficazes envolvendo a saúde brasileira para que país evolua.

Vacina é um tipo de imunização ativa que previne doenças ao gerar o desenvolvimento de uma memória imunológica no organismo humano. A vacinação regular é extremamente importante por, justamente, prevenir que as pessoas adquiram doenças e, no futuro,  possam transmiti-las. No entanto, o acesso da população a esse tipo de prevenção ainda é bastante defeituoso, uma vez que a saúde pública não oferece, em todas as regiões, uma quantidade suficiente de vacinas e nos hospitais particulares, pelo contrário, têm, porém é cobrado um alto valor por dose unitária. Desse modo, é visível que ao governo falhar no repasse desses produtos de saúde, todo um ciclo de prevenção contra doenças é atrapalhado e retardado.

Além disso, na produção de vacinas, às vezes, ocorre a negligência dos envolvidos com relação à eficácia do produto, colocando no mercado possíveis agentes maléficos para a saúde humana. Exemplo é o aumento das doenças autoimunes em crianças causado pela sobrecarga de vacinas, em um curto espaço de tempo, representando uma resposta do próprio organismo delas. Assim, fica óbvio que a própria medicina vem falhando e provocando danos na saúde da sociedade, a partir do momento que algo, teoricamente, benéfico exibe um efeito reverso do esperado e estudado para acontecer.

Diante dos fatos supracitados, é necessário que o Governo, por meio do Ministério da Saúde, invista recursos numa distribuição adequada de vacinas, pelo Brasil, de acordo com a quantidade de habitantes e que isso seja feito com a vistoria e acompanhamento de fiscais treinados e capacitados. Com isso, a tendência será que o número de pessoas sem acesso à vacinação diminua até se regular em todas as regiões necessitadas do país. Outrossim, o próprio Ministério da Saúde deve cobrar informações verídicas dos benefícios  das vacinas para a saúde humana por meio de relatórios e análises feitas por outros profissionais da mesma área para ratificar o estudo da qualidade do produto. Somente assim, será possível que o país promova um trabalho de erradicação eficaz, proporcionando um futuro com uma saúde popular bem mais acima da média e da qualidade atual.