Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 29/10/2018
Promulgada pela Organização das Nações Unidas(ONU) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Conquanto, quando se observa a fragilidade na imunização preventiva, verifica-se que tal preceito do documento é constatado na teoria e não desejavelmente na prática. Diante dessa perspectiva, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Tal fato se reflete na escassez de investimentos governamentais direcionados à implementação de uma melhor estrutura física e logística nos municípios, medidas que tornariam as campanhas de vacinação mais efetivas, e devido à falta de administração e fiscalização por parte algumas gestões, isso não é firmado.
Outro ponto relevante, nessa temática, é a desinformação por parte dos genitores, impedindo um tratamento preventivo em favor dos seus filhos. Um exemplo disso é a vacinação contra o HPV. Por se tratar de uma doença sexualmente transmissível, não os deixam imunizar-se acreditando ser uma realidade distante. Seguindo essa linha de pensamento, o político estado-unidense Ken Mehlman sustenta a ideia de que um mundo onde existe a riqueza da informação, existe frequentemente uma pobreza de atenção.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas públicas que visem à construção de um país melhor. Destarte, o Ministério da Saúde(MS) deve realizar campanhas vacinais periódicas, através da admissão de médicos e enfermeiros e construção de novos pontos de atendimento, com o propósito de atenuar o alastramento das doenças. Ademais, o estado deve criar um projeto nas escolas promovendo palestras e manifestações artísticas que discutam a pluralidade do cotidiano. Desse modo, adequar-se-á as exigências da Declaração Universal dos Direitos Humanos.