Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 29/10/2018

Como afirma o filósofo Ralph Waldo Emerson, segundo o qual ‘‘a maior riqueza é a saúde’’ nota-se com clareza que a saúde deve ser o bem mais importante e cuidado do indivíduo. Partindo desse pressuposto e relacionando-o  à vacinação dos brasileiros, comumente tratada com pouca severidade, torna-se patente que essa situação precisa ser avaliada de alguma forma. Sendo assim, torna-se necessária uma análise do cenário e busca por soluções a serem efetivadas pelo governo.

Em primeira análise, vale ressaltar que é garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, o direito à saúde. Embora na atualidade, as circunstâncias são mais complexas, visto que a falta de estrutura nos postos de saúde e hospitais públicos inviabilizam em determinados momentos o êxito da imunidade social. Entretanto, a estrutura das unidades de saúde não é o único problema que diminui o índice de vacinação, a falta de informação sobre a importância é persistente entre as pessoas, o que ocasiona a falta de interesse na precaução das futuras doenças.

Ademais, é inegável que a curiosidade sobre a saúde dever ser alimentada, isto é, as pessoas devem sempre procurar informações sobre como se encontra as ocorrências atuais, como devem se precaver, com quem devem se informar. Ainda assim, vale salientar que muitas doenças que acometeram o país há anos, podem voltar com efeitos ainda mais intensos, como o sarampo e a rubéola. Sobretudo, as camadas sociais mais vulneráveis e menos informadas sobre as consequências, são as que mais sofrem, pois têm sintomas de determinada doença mas não possuem conhecimento, acarretando assim na gravidade ou morte por desconhecimento sobre a prevenção.

Diante do exposto, cabe ao Ministério da Saúde em conjunto com as Secretarias de Saúde dos municípios promover a orientação e conscientização sobre os benefícios e a importância da prevenção de doenças, bem como a imunidade individual, a fim de mudar a situação da saúde pública e intervir sobre a propagação dos efeitos oriundos dessas enfermidades. Além disso, as Prefeituras das cidades devem investir nas estruturas das unidades básicas, assim como, devem aumentar o número dessas unidades e consequentemente, os profissionais de saúde para que possa existir uma melhor eficácia populacional no âmbito saudável.