Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 30/10/2018
Catariana, a grande da Rússia foi uma das primeiras monarcas a ser inoculadas junto ao seu primogênito, em 1768, tal ato faceja o passe inovador que a imperatriz deu no país, uma vez que, abriu portas para a imunização de boa parte da população. Sob esse viés histórico, é possível traçar pontos em oposição com a atual conjuntura brasileira, já que a nação sofre com a garantia da vacinação para todos. Isso decorre da falta de informação sobre a imunização e a inoperância governamental no que tange a distribuição das vacinas e a própria confecção. Portanto, cabe a análise crítica dos motores da problemática.
A priori, a falta de conhecimento acerca da produção, serventia e como atua no corpo dificulta a democratização do ato de vacinar. Posto que, mentiras sobre a vacinação são comumente vinculadas no cotidiano, exemplo estes é de que essas levam à morte ou mesmo são a causa dos surtos de microcefalias no Brasil. Assim, noticia como as famosas “fake news” aliadas a desinformação têm poder de atingir uma massa, de maneira que o número de imunizados descresse cada vez mais, especialmente em crianças, pois foi registrado no ano de 2017 mostra queda no nível da cobertura de vacinação, o índice mais baixo registrado em 16 anos, segundo o jornal Folha de São Paulo.
Outrossim, a baixa produção de vacinas em parcerias com má distribuição são os desafios para a saúde pública. Isto é, a falta de investimentos no campo da ciência brasileira, em especial no campo da pesquisa quanto a imunidade, noticia o descaso do governo à frente da temática. Desta maneira, os atendimento em centros de saúde são comprometidos, em virtude da ausência de vacinas para todos, configurando a baixa procura, em vista que os poucos que vão em busca da inoculação são surpreendidos pela carência dessa. Través desse revés, há a comercialização das vacinas, decorrente da falta, no entanto, é de alto custo, o que inviabiliza a população pobre adquirir a imunização. Resultado dessa disfunção é o reaparecimento de doença já erradicadas, como o sarampo.
Finalmente, conclui-se que há urgência no decréscimo da questão. Dessarte, medidas exequíveis devem ser tomadas, entre elas destaca-se a vinculação de propagandas por meio dos grandes centros de comunicação como as televisões, comerciais desenvolvidos pela mídia em conjunto com o Ministério da Saúde com teor informativo e que tenha ampla divulgação, pode ser uma alternativa, tendo em vista a derrocada das fake news e compartilhar dados reais. Não apenas isso, mas é possível o investimento massivo de capital federal e particular no setor de imunização, tal ação efetivada pelo próprio governo, no entanto, com apoio da iniciativa privada nos centros de pesquisas, objetivando a garantia de vacinação à todos.