Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 31/10/2018

Consoante à segunda lei de Newton, um corpo tende a permanecer em seu estado inicial até que uma força contrária ao mesmo seja aplicada. De mesmo modo, a não vacinação dos brasileiros é uma vicissitude que precisa de ser refreada. No entanto, a despreocupação com algumas doenças erradicadas e a falta de incentivos públicos são fatores determinantes para  que essa realidade perdure. Diante disso, fica evidente que a prevenção de enfermidades é uma problemática a ser enfrentada de maneira mais organizada pelo governo do Brasil.

A princípio, cabe salientar que parte das mazelas combatidas pelos antivírus haviam desaparecido do território nacional. Com isso, algumas pessoas acreditaram que não precisavam mais se vacinar. Consequentemente, essas doenças voltaram a atacar a população. Prova disso é que, segundo o jornal Estadão, a Rubéola, Poliomelite e o Sarampo tornaram a ser preocupações do país.

Outrossim, vale ressaltar que, de acordo com Thommas Hobbes, é função do Estado proteger o cidadão dos outros e dele próprio. Contudo, não há qualquer punição ou restrição aos que não tomam as vacinas corretamente. Destarte, as pessoas ficam à vontade para não se imunizarem contra as patologias, pondo suas integridades em risco.

Portanto, o poder legislativo deve aprovar um projeto lei que traga malefícios aos que não se vacinarem, por meio de abertura de votação na câmara dos deputados e do senado, tornando obrigatória a apresentação em dia do cartão de imunização, para: tomar posse em concurso púbico, matricular-se em instituições de ensino e participar de programas do Governo Federal como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida. Espera-se, então, que a vacinação alavanque seus números, refreando de uma vez por todas esse problema.