Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 13/08/2019

No início do século XX, em meio à doenças perigosas como varíola é febre amarela, o governo viu -se obrigado à tomar medidas extremas para contê-las. Guiados pelo médico Oswaldo Cruz, as autoridades usaram de violência para imunizar a população, resultando em um caos, a “Revolta da Vacina”. Essa última, lamentavelmente, deixou mortos, feridos e uma população, em sua maioria, contaminados. De fato, tratando-se de saúde pública, as ações governamentais são imprescindíveis para solucionar os problemas da cobertura, necessária, da sociedade brasileira.

Nesse viés, a desinformação da sociedade com relação à função das vacinas e disseminação das doenças, tornou-se um empecilho para as autoridades alcançar tal feito. De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), para uma região alcançar uma cobertura de 95% de indivíduos imunizados, é necessário findar a falta de esclarecimento das pessoas. Para, com isso, a recusa à vacinação e negligência de contágios futuros, sejam cessados.

Vale ressaltar que, outra tarefa a ser solucionada, é a dificuldade na flexibilização dos horários de funcionamento dos postos de saúde. Em algumas pesquisas, a Organização Mundial da Saúde (OMS), constatou que alguns pais não conseguiam levar seus filhos ao local de atendimento, pois as atividades ocorriam apenas em horário comercial. Nesse sentido, destaca-se que, atualmente, em um século globalizado e moderno, ambos trabalham, os genitores e/ou responsáveis.

Diante disso, evidencia-se que para assegurar a imunização contra doenças contagiosas, é fundamental a interferência federativa. Sendo assim, o Ministério da saúde deve, através de campanhas de vacinação nos meios midiáticos; como redes sociais e propagandas televisivas, explicar de forma didática o funcionamento, formas de desenvolvimento e contágio dessas mazelas. Isso, independente de que seja em locais em que o vírus/bactérias causadores,  tenham desaparecido. Dessa forma, a população estará ciente da necessidade de vacinar-se e será conivente com o Governo, distanciando-se dos resultados que ocorreram no Rio Janeiro, na Revolta da Vacina.