Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 03/08/2019

A Organização Mundial da Saúde, adverte no preâmbulo de sua constituição que: “saúde é o estado completo de bem-estar físico, mental e social”. Contudo, a iminência de doenças erradicadas vem afetando o bem-estar brasileiro. Deste modo, isso se dá pela falta de recursos que algumas regiões sofrem, em consonância com a disseminação de informações equivocadas, principalmente, em âmbito on-line.

Em primeira instância, a falta de recursos, como postos de vacinação em regiões periféricas de grandes cidades, em pequenos municípios ou regiões rurais, como o Movimento Sem-terra, corrobora a problemática. À vista disso, doenças erradicadas como o Sarampo, a Rubéola e a Caxumba voltam a contaminar a população brasileira e, portanto, rompendo a harmonia social, e o bem-estar físico e social dos afetados.

Outrossim, a ascensão dos meios on-line trouxe diversas comodidades ao usuário. Em contrapartida, temos a disseminação de informações de informações equivocadas, que prejudicam a saúde do ser humano, torna-se veementemente comum hodiernamente. Nesta perspectiva, segundo o site “O Globo”, os movimentos antivacinas, que estão presentes em âmbito cibernéticos, é um dos principais agentes que levam leigos à tomada de decisões equivocadas.

Portanto, a falta de acesso, junto a disseminação de notícias falsas sobre a vacinação, agravam a problemática. Assim sendo, urge que o Estado crie instituições que policiem o meio on-line, através de parcerias com redes sociais, como o Facebook, por exemplo, coibindo as publicações antivacinas. Neste sentindo, o intuito do policiamento virtual é proteger usuários despreparados para que não recebam informações que coloquem em risco os brasileiros e, por conseguinte, não as compartilham, garantindo a qualidade de vida, como já dizia Platão: “o importante não é viver, mas viver bem”.