Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 16/09/2019

A Revolta da vacina ocorreu com a reação popular à campanha de vacinação obrigatória aposta pelo sanitarista Oswando Cruz em meados do Sec. XX. No entanto, em nossos dias, o sistema de saúde precário e a negligencia da família não imunizar os filhos representa um retrocesso que enfrentam desde desde década passada. Nesse sentido, convém analisar causas, consequência e possível medida para interver  a problemática brasileira.

Deve-se pontuar, de início, que há carência de interesse em investir no sistema pública no país.  Segundo os dados Organização Mundial da Saúde OMS, afirma que 40% da população diz que a pouca campanha de vacinação nos posto de saúde e quando ficam sabendo a campanha de imunização já foi finalizada. Desse modo, é lamentável, aceitar com tanto imposto pago pela população, contudo, o governo não invista em melhoria no Sistema Único de Saúde que a maioria da população tem mais acesso.

Outrossim, os “fake news” de vacinação divulgado  pela mídia sobre os malefícios e riscos a vida colabora para não imunização. De acordo com o filósofo, pensador Confúcio previa os conflitos da contemporaneidade ao afirmar que “não corrigir nossas falhas é a mesmo que cometer novos erros”. Diante disso, desse contexto é inaceitável um estado e município permaneça invisível no que tange melhor campanha educativa de vacinação e os risco que não imunização trás as pessoas.

Evidencia-se, portanto, que é papel do Governo Federal  e o Ministério  da Saúde deve criar aplicativo por meio de cadastro da caderneta de vacinação e acompanhar datas das imunização que acontece no Sus, como mais orientação das vacinas oferecida na unidade. Espera-se, com isso, é responsabilidade da escola orientar os alunos e a família a importância da vacinação para prevenir doença, e a mídia esclarecer e desmentir qualquer notícia falsa e boatos sobre malefício de algumas vacinas. A ação iniciada hoje pode mudar todo o futuro da sociedade brasileira.