Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 06/10/2019
Hospital, vacina, imunização. Desse modo deveria começar a vida de uma criança - o futuro adulto. Todavia, os casos de baixa aderências as campanhas vêem tornando-se um problema que aumenta a responsabilidade de assistência terciária de saúde e revela não só um problema social, também de educação do povo brasileiro.
Primeiramente, de 2004 a 2010 mais de 20 por cento das crianças deixou de ser imunizada. Com isso, aumenta-se o risco de contrair um doença grave a tal ponto que o possível tratamento terá que ser feito, mais tarde, na assistência terciária de saúde. Logo, superlotará ainda mais o sistema de saúde com um doença a qual poderia ser evitada.
Outro fator realmente preocupante torna-se patente: a desinformação das pessoas continua sendo um empecilho. Passado mais de cem anos da Revolta da Vacina, o governo ainda tem dificuldade de esclarecer qual importância da vacinação. Ainda persistem pensamentos análogos àquela época como " vacina é para matar pobre “, ou até, " o governo vai enfiar o vírus”.
Não se pode permitir que doenças praticamente controladas voltem a se expandir, portanto, o ministério da saúde deve receber maiores investimentos por parte do governo para que possam atuar na fiscalização. Nas assistências básicas de saúde , UBS, junto as outras esperas como o ministério da educação ministrar campanhas conjuntas . Atuariam nas escolas e creches imunizando crianças e adultos. Tal como a imunização pública de animais domésticos ocorrem em praças , a dos seres humanos poderiam ser feitas em locais abertos, como terminais de ônibus, fora do horário comercial, em período noturno ou fim-de semana para ampliar ainda mais a divulgação.Alcançariam uma mobilização maior para a vacinação e aumentariam as chances de informar a população sobre a necessidade de prevenção.