Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 16/10/2019

“O importante não é viver, mas viver bem”. Segundo o Filósofo Platão, a qualidade de vida tem desmesurada importância, de modo que ultrapasse o da própria existência. Entretanto, no Brasil essa é uma realidade distante para crianças não imunizadas pela vacinação. Logo, destacam-se o Estado  e os pais como impulsionadores do problema, ainda que, ao invés de tentar aproximar a realidade descrita por Platão, fazem com que aumente os desafios para garantir a vacinação dos brasileiros. Desse modo, melhorias devem ser implementadas com urgência  para conter a problemática.

Em primeiro lugar, é importante destacar que, a vacinação é um ato obrigatório e recíproco,  o qual, consequentemente, a imunização se torna um ato de cuidado consigo e com cidadãos mais próximos ao indivíduo imunizado, ou seja, ninguém deve se isentar da vacinação. De acordo com Michel de Montaigne, servir o público e ser útil às pessoas, é a ocupação mais honrosa, já que o Estado desprioriza medidas de fiscalização para conter o avanço de pessoas não vacinadas, torna se distinto ao pensamento do filósofo. Consequência disso, segundo o site jornalistico “O Globo”, cresce o número de páginas nas redes sociais com divulgações impiricas, como exemplo, alegações de que a vacinação poderá desenvolver o autismo, e que doenças como a poliomielite são inexistentes. Com isso, torna-se  ainda mais difícil chegar a um resultado positivo.

À vista disso, evidencia-se os pais como propulsores do problema. Segundo Mahatma Gandhi, aquilo que se faz no presente determina o futuro. Por conseguinte, as atitudes negligentes dos pais ao não vacinar seus filhos e de acreditar em  discursos impiricos de que a vacinação poderá desenvolver o autismo, sem sequer, pesquisar o fundamento dessas notícias, poderá causar-lhes graves consequências, Prova disso, segundo a OMS, em 2017, ouve óbitos de mais de 110 mil crianças no mundo causados pelo sarampo, uma doença contagiosa que não se ouvia falar à décadas no Brasil. Dessa maneira, ao optar por não imunizar seus filhos, os pais, estão deixando-os sucessiveis ao contágio e dificultando um progresso na redução de mortandade entre as crianças brasileiras.

Em suma, o combate à liquidez citada inicialmente, deve sobretudo, tornar-se bem sucedido, em vista disso, seria interessante que o Governo fiscalize à fundo, os responsáveis de postagens impiricas e manipuladoras nas redes sociais, punindo-os com multas. Para que esse grupo “antivacinas” se torne passado. Outrossim, que a mídia, o quarto poder, aborde esta temática, por meios de programas de televisão e palestras comunitárias, reunindo os pais para rodas de conversas juntamente com médicos e psicólogos especialistas no assunto. Dessa forma, o discernimento dos familiares serão aprimorados baseando-se em fatos científicos, Só assim, as futuras gerações não apenas viverão, mas viverão bem.