Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 01/10/2019
Com o avanço da medicina desde o século XIX e dos estudos sobre o corpo humano, tornou-se evidente que o homem precisa de imunização, por meio de vacinas, para está imune a vírus presentes no dia a dia. Entretanto, o Brasil enfrenta a dificuldade de garantir o amplo acesso às vacinas, principalmente, a do sarampo, que havia sido eliminado do país desde 2016. Nesse contexto, devem-se analisar como os movimentos antivacinas e as campanhas ineficientes causam tal problema e como combatê-lo.
A princípio, os movimentos antivacinas é uma das principais causas do baixo número de vacinações no país. Isso porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tais movimentos ameaçam reverter o progresso alcançado no combate à doenças evitáveis por imunização. Ou seja, essas correntes divulgam para o público desinformado que as vacinas não são efetivas e que podem trazer reações adversas, contribuindo, assim, para doenças que estavam sob controle voltarem a circular no Brasil. Com efeito, 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe em 2019, segundo o Ministério da Saúde.
Além disso, nota-se, ainda, que as campanhas ineficientes também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. Por consequência dessa falha comunicativa entre Estado e população, o país alcançou só 64% de 95% da meta para vacinação contra a febre amarela, por exemplo, conforme o Governo Federal.
Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de garantir a vacinação dos brasileiros. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde deve disseminar, em todos os meios de comunicação, propagandas que desmentem os movimentos antivacinas, por meio de relatos de pessoas que não se vacinaram, para que possa desconstruir tais notícias falsas. Ademais, o Poder Executivo deve ampliar o programa Médicos pelo Brasil, como a criação de projetos sociais que atendam a população mais pobre, por intermédio de atendimentos residenciais, para que essa parte da sociedade tenha acesso às vacinas. Dessa forma, todos estarão protegidos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro.Com o avanço da medicina desde o século XIX e dos estudos sobre o corpo humano, tornou-se evidente que o homem precisa de imunização, por meio de vacinas, para está imune a vírus presentes no dia a dia. Entretanto, o Brasil enfrenta a dificuldade de garantir o amplo acesso às vacinas, principalmente, a do sarampo, que havia sido eliminado do país desde 2016. Nesse contexto, devem-se analisar como os movimentos antivacinas e as campanhas ineficientes causam tal problema e como combatê-lo. A princípio, os movimentos antivacinas é uma das principais causas do baixo número de vacinações no país. Isso porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tais movimentos ameaçam reverter o progresso alcançado no combate à doenças evitáveis por imunização. Ou seja, essas correntes divulgam para o público desinformado que as vacinas não são efetivas e que podem trazer reações adversas, contribuindo, assim, para doenças que estavam sob controle voltarem a circular no Brasil. Com efeito, 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe em 2019, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, nota-se, ainda, que as campanhas ineficientes também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. Por consequência dessa falha comunicativa entre Estado e população, o país alcançou só 64% de 95% da meta para vacinação contra a febre amarela, por exemplo, conforme o Governo Federal. Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de garantir a vacinação dos brasileiros. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde deve disseminar, em todos os meios de comunicação, propagandas que desmentem os movimentos antivacinas, por meio de relatos de pessoas que não se vacinaram, para que possa desconstruir tais notícias falsas. Ademais, o Poder Executivo deve ampliar o programa Médicos pelo Brasil, como a criação de projetos sociais que atendam a população mais pobre, por intermédio de atendimentos residenciais, para que essa parte da sociedade tenha acesso às vacinas. Dessa forma, todos estarão protegidos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro. Com o avanço da medicina desde o século XIX e dos estudos sobre o corpo humano, tornou-se evidente que o homem precisa de imunização, por meio de vacinas, para está imune a vírus presentes no dia a dia. Entretanto, o Brasil enfrenta a dificuldade de garantir o amplo acesso às vacinas, principalmente, a do sarampo, que havia sido eliminado do país desde 2016. Nesse contexto, devem-se analisar como os movimentos antivacinas e as campanhas ineficientes causam tal problema e como combatê-lo. A princípio, os movimentos antivacinas é uma das principais causas do baixo número de vacinações no país. Isso porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tais movimentos ameaçam reverter o progresso alcançado no combate à doenças evitáveis por imunização. Ou seja, essas correntes divulgam para o público desinformado que as vacinas não são efetivas e que podem trazer reações adversas, contribuindo, assim, para doenças que estavam sob controle voltarem a circular no Brasil. Com efeito, 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe em 2019, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, nota-se, ainda, que as campanhas ineficientes também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. Por consequência dessa falha comunicativa entre Estado e população, o país alcançou só 64% de 95% da meta para vacinação contra a febre amarela, por exemplo, conforme o Governo Federal. Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de garantir a vacinação dos brasileiros. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde deve disseminar, em todos os meios de comunicação, propagandas que desmentem os movimentos antivacinas, por meio de relatos de pessoas que não se vacinaram, para que possa desconstruir tais notícias falsas. Ademais, o Poder Executivo deve ampliar o programa Médicos pelo Brasil, como a criação de projetos sociais que atendam a população mais pobre, por intermédio de atendimentos residenciais, para que essa parte da sociedade tenha acesso às vacinas. Dessa forma, todos estarão protegidos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro. Com o avanço da medicina desde o século XIX e dos estudos sobre o corpo humano, tornou-se evidente que o homem precisa de imunização, por meio de vacinas, para está imune a vírus presentes no dia a dia. Entretanto, o Brasil enfrenta a dificuldade de garantir o amplo acesso às vacinas, principalmente, a do sarampo, que havia sido eliminado do país desde 2016. Nesse contexto, devem-se analisar como os movimentos antivacinas e as campanhas ineficientes causam tal problema e como combatê-lo. A princípio, os movimentos antivacinas é uma das principais causas do baixo número de vacinações no país. Isso porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tais movimentos ameaçam reverter o progresso alcançado no combate à doenças evitáveis por imunização. Ou seja, essas correntes divulgam para o público desinformado que as vacinas não são efetivas e que podem trazer reações adversas, contribuindo, assim, para doenças que estavam sob controle voltarem a circular no Brasil. Com efeito, 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe em 2019, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, nota-se, ainda, que as campanhas ineficientes também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. Por consequência dessa falha comunicativa entre Estado e população, o país alcançou só 64% de 95% da meta para vacinação contra a febre amarela, por exemplo, conforme o Governo Federal. Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de garantir a vacinação dos brasileiros. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde deve disseminar, em todos os meios de comunicação, propagandas que desmentem os movimentos antivacinas, por meio de relatos de pessoas que não se vacinaram, para que possa desconstruir tais notícias falsas. Ademais, o Poder Executivo deve ampliar o programa Médicos pelo Brasil, como a criação de projetos sociais que atendam a população mais pobre, por intermédio de atendimentos residenciais, para que essa parte da sociedade tenha acesso às vacinas. Dessa forma, todos estarão protegidos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro. Com o avanço da medicina desde o século XIX e dos estudos sobre o corpo humano, tornou-se evidente que o homem precisa de imunização, por meio de vacinas, para está imune a vírus presentes no dia a dia. Entretanto, o Brasil enfrenta a dificuldade de garantir o amplo acesso às vacinas, principalmente, a do sarampo, que havia sido eliminado do país desde 2016. Nesse contexto, devem-se analisar como os movimentos antivacinas e as campanhas ineficientes causam tal problema e como combatê-lo. A princípio, os movimentos antivacinas é uma das principais causas do baixo número de vacinações no país. Isso porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tais movimentos ameaçam reverter o progresso alcançado no combate à doenças evitáveis por imunização. Ou seja, essas correntes divulgam para o público desinformado que as vacinas não são efetivas e que podem trazer reações adversas, contribuindo, assim, para doenças que estavam sob controle voltarem a circular no Brasil. Com efeito, 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe em 2019, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, nota-se, ainda, que as campanhas ineficientes também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. Por consequência dessa falha comunicativa entre Estado e população, o país alcançou só 64% de 95% da meta para vacinação contra a febre amarela, por exemplo, conforme o Governo Federal. Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de garantir a vacinação dos brasileiros. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde deve disseminar, em todos os meios de comunicação, propagandas que desmentem os movimentos antivacinas, por meio de relatos de pessoas que não se vacinaram, para que possa desconstruir tais notícias falsas. Ademais, o Poder Executivo deve ampliar o programa Médicos pelo Brasil, como a criação de projetos sociais que atendam a população mais pobre, por intermédio de atendimentos residenciais, para que essa parte da sociedade tenha acesso às vacinas. Dessa forma, todos estarão protegidos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro. Com o avanço da medicina desde o século XIX e dos estudos sobre o corpo humano, tornou-se evidente que o homem precisa de imunização, por meio de vacinas, para está imune a vírus presentes no dia a dia. Entretanto, o Brasil enfrenta a dificuldade de garantir o amplo acesso às vacinas, principalmente, a do sarampo, que havia sido eliminado do país desde 2016. Nesse contexto, devem-se analisar como os movimentos antivacinas e as campanhas ineficientes causam tal problema e como combatê-lo. A princípio, os movimentos antivacinas é uma das principais causas do baixo número de vacinações no país. Isso porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tais movimentos ameaçam reverter o progresso alcançado no combate à doenças evitáveis por imunização. Ou seja, essas correntes divulgam para o público desinformado que as vacinas não são efetivas e que podem trazer reações adversas, contribuindo, assim, para doenças que estavam sob controle voltarem a circular no Brasil. Com efeito, 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe em 2019, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, nota-se, ainda, que as campanhas ineficientes também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. Por consequência dessa falha comunicativa entre Estado e população, o país alcançou só 64% de 95% da meta para vacinação contra a febre amarela, por exemplo, conforme o Governo Federal. Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de garantir a vacinação dos brasileiros. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde deve disseminar, em todos os meios de comunicação, propagandas que desmentem os movimentos antivacinas, por meio de relatos de pessoas que não se vacinaram, para que possa desconstruir tais notícias falsas. Ademais, o Poder Executivo deve ampliar o programa Médicos pelo Brasil, como a criação de projetos sociais que atendam a população mais pobre, por intermédio de atendimentos residenciais, para que essa parte da sociedade tenha acesso às vacinas. Dessa forma, todos estarão protegidos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro. Com o avanço da medicina desde o século XIX e dos estudos sobre o corpo humano, tornou-se evidente que o homem precisa de imunização, por meio de vacinas, para está imune a vírus presentes no dia a dia. Entretanto, o Brasil enfrenta a dificuldade de garantir o amplo acesso às vacinas, principalmente, a do sarampo, que havia sido eliminado do país desde 2016. Nesse contexto, devem-se analisar como os movimentos antivacinas e as campanhas ineficientes causam tal problema e como combatê-lo. A princípio, os movimentos antivacinas é uma das principais causas do baixo número de vacinações no país. Isso porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tais movimentos ameaçam reverter o progresso alcançado no combate à doenças evitáveis por imunização. Ou seja, essas correntes divulgam para o público desinformado que as vacinas não são efetivas e que podem trazer reações adversas, contribuindo, assim, para doenças que estavam sob controle voltarem a circular no Brasil. Com efeito, 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe em 2019, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, nota-se, ainda, que as campanhas ineficientes também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. Por consequência dessa falha comunicativa entre Estado e população, o país alcançou só 64% de 95% da meta para vacinação contra a febre amarela, por exemplo, conforme o Governo Federal. Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de garantir a vacinação dos brasileiros. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde deve disseminar, em todos os meios de comunicação, propagandas que desmentem os movimentos antivacinas, por meio de relatos de pessoas que não se vacinaram, para que possa desconstruir tais notícias falsas. Ademais, o Poder Executivo deve ampliar o programa Médicos pelo Brasil, como a criação de projetos sociais que atendam a população mais pobre, por intermédio de atendimentos residenciais, para que essa parte da sociedade tenha acesso às vacinas. Dessa forma, todos estarão protegidos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro. Com o avanço da medicina desde o século XIX e dos estudos sobre o corpo humano, tornou-se evidente que o homem precisa de imunização, por meio de vacinas, para está imune a vírus presentes no dia a dia. Entretanto, o Brasil enfrenta a dificuldade de garantir o amplo acesso às vacinas, principalmente, a do sarampo, que havia sido eliminado do país desde 2016. Nesse contexto, devem-se analisar como os movimentos antivacinas e as campanhas ineficientes causam tal problema e como combatê-lo. A princípio, os movimentos antivacinas é uma das principais causas do baixo número de vacinações no país. Isso porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tais movimentos ameaçam reverter o progresso alcançado no combate à doenças evitáveis por imunização. Ou seja, essas correntes divulgam para o público desinformado que as vacinas não são efetivas e que podem trazer reações adversas, contribuindo, assim, para doenças que estavam sob controle voltarem a circular no Brasil. Com efeito, 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe em 2019, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, nota-se, ainda, que as campanhas ineficientes também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. Por consequência dessa falha comunicativa entre Estado e população, o país alcançou só 64% de 95% da meta para vacinação contra a febre amarela, por exemplo, conforme o Governo Federal. Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de garantir a vacinação dos brasileiros. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde deve disseminar, em todos os meios de comunicação, propagandas que desmentem os movimentos antivacinas, por meio de relatos de pessoas que não se vacinaram, para que possa desconstruir tais notícias falsas. Ademais, o Poder Executivo deve ampliar o programa Médicos pelo Brasil, como a criação de projetos sociais que atendam a população mais pobre, por intermédio de atendimentos residenciais, para que essa parte da sociedade tenha acesso às vacinas. Dessa forma, todos estarão protegidos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro. Com o avanço da medicina desde o século XIX e dos estudos sobre o corpo humano, tornou-se evidente que o homem precisa de imunização, por meio de vacinas, para está imune a vírus presentes no dia a dia. Entretanto, o Brasil enfrenta a dificuldade de garantir o amplo acesso às vacinas, principalmente, a do sarampo, que havia sido eliminado do país desde 2016. Nesse contexto, devem-se analisar como os movimentos antivacinas e as campanhas ineficientes causam tal problema e como combatê-lo. A princípio, os movimentos antivacinas é uma das principais causas do baixo número de vacinações no país. Isso porque, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), tais movimentos ameaçam reverter o progresso alcançado no combate à doenças evitáveis por imunização. Ou seja, essas correntes divulgam para o público desinformado que as vacinas não são efetivas e que podem trazer reações adversas, contribuindo, assim, para doenças que estavam sob controle voltarem a circular no Brasil. Com efeito, 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe em 2019, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, nota-se, ainda, que as campanhas ineficientes também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. 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Com efeito, 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe em 2019, segundo o Ministério da Saúde. Além disso, nota-se, ainda, que as campanhas ineficientes também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. Por consequência dessa falha comunicativa entre Estado e população, o país alcançou só 64% de 95% da meta para vacinação contra a febre amarela, por exemplo, conforme o Governo Federal. Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de garantir a vacinação dos brasileiros. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde deve disseminar, em todos os meios de comunicação, propagandas que desmentem os movimentos antivacinas, por meio de relatos de pessoas que não se vacinaram, para que possa desconstruir tais notícias falsas. Ademais, o Poder Executivo deve ampliar o programa Médicos pelo Brasil, como a criação de projetos sociais que atendam a população mais pobre, por intermédio de atendimentos residenciais, para que essa parte da sociedade tenha acesso às vacinas. Dessa forma, todos estarão protegidos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro. Com o avanço da medicina desde o século XIX e dos estudos sobre o corpo humano, tornou-se evidente que o homem precisa de imunização, por meio de vacinas, para está imune a vírus presentes no dia a dia. Entretanto, o Brasil enfrenta a dificuldade de garantir o amplo acesso às vacinas, principalmente, a do sarampo, que havia sido eliminado do país desde 2016. 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Uma vez que, apesar da Constituição Federal assegurar o direito de acesso à informação de interesse particular ou geral, a maior parte das campanhas de vacinas são divulgadas pela televisão e Internet. Desse modo, tal maneira dificulta as pessoas mais pobres que não tem aquisição desses produtos, de ficarem desatentas aos anúncios de imunização do momento. Por consequência dessa falha comunicativa entre Estado e população, o país alcançou só 64% de 95% da meta para vacinação contra a febre amarela, por exemplo, conforme o Governo Federal. Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de garantir a vacinação dos brasileiros. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde deve disseminar, em todos os meios de comunicação, propagandas que desmentem os movimentos antivacinas, por meio de relatos de pessoas que não se vacinaram, para que possa desconstruir tais notícias falsas. Ademais, o Poder Executivo deve ampliar o programa Médicos pelo Brasil, como a criação de projetos sociais que atendam a população mais pobre, por intermédio de atendimentos residenciais, para que essa parte da sociedade tenha acesso às vacinas. Dessa forma, todos estarão protegidos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro.