Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 02/10/2019

1904, Rio de Janeiro, foi esse o ano no qual houve a Revolta da Vacina, motim popular ocasionado pela desinformação dos habitantes da época sobre a obrigatoriedade das chamadas “vacinas”. No hodierno, contudo, não houve tanto avanço nesse quesito; é até comum encontrar, na nova geração, pessoas que não se submeteram a tratamentos por medo ou falta de conhecimento. Dessa forma, são necessárias medidas para remediar esse quadro.

A priori, a ausência de conhecimento se mostra um fator histórico e atual de tais casos. Desse modo, cabe citar a Constituição de 1988, um documento que até hoje rege a sociedade e garante a saúde a todos os cidadãos. Sendo assim, as mídias geram um ambiente de incerteza; os influenciadores de opinião do amanhã se encontram questionando opiniões especializadas e dando voz a futilidade. Por conseguinte, todos os influenciados se mostram dentro de uma espécie de “Alegoria da Caverna” de Platão, que remete ao looping infinito do conhecimento inerte perante as novas coisas.

A posteriori, o problema encontra terra fértil falta de procura pela imunização. Assim, em 2018, o Fantástico forneceu dados de que o sarampo voltou a atacar no norte do Brasil, diminuindo de 5% a 10% a cobertura. Logo, no dia a dia, a extinção começa nos pequenos polos e atinge, de forma linear, todo o resto. Em causa disso, outras enfermidades já erradicadas podem surgir e trazer, consigo, todos o sofrimento cometido.

Em suma, é mister a tomada de diligências para resolver esses impasses. Portanto, cabe a Organização Mundial da Saúde(OMC) junto a mídia, ao faz a ficção engajada e alertar os perigos e sintomas de doenças extintas. Como também apelar para a conscientização do próprio individuo, ao beneficiar os influenciadores digitais, que poderiam pregar campanhas de imunização. Por fim, espera-se combater os desafios para garantir a vacinação de forma completa e permanente, pois, desse modo, a alegoria de Platão se tornará somente um mito.