Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 10/10/2019
Os termos “vacina” e “vacinação” são derivados Variolae vaccinae (varíola da vaca), palavras inventadas por Edward Janner, criador da primeira vacina com intuito de prevenir as pessoas do vírus bovino da época, desde então, foi evoluída para erradicar outros vírus que surgiram ao longo dos anos. Desse modo, é notório que a vacina atualmente tornou-se mais desenvolvida, porém ainda há um déficit na distribuição e atendimento para suprir as necessidades populacionais, o que faz as pessoas não se preocupem e tenham receio nos métodos preventivos virais. Assim é preciso analisar como a volta de doenças erradicadas e a recusa dos pais para vacinar seus filhos contribuem para essa problemática.
Inicialmente, o fator que aparece como impulsionador é a volta das doenças erradicadas. Entende-se, com isso, que devido ao movimento antivacina as pessoas estão procurando cada vez menos as unidades de saúde para a prevenção de doenças virais como: Sarampo, pólio, difteria e rubéola, dessarte, essa situação é preocupante, pois há chances das doenças que foram combatidas voltarem mais resistentes, o que dificulta os cientistas para a criação de novas vacinas que atenda a demanda populacional antes que ocorra uma epidemia. Ademais, segundo o site Estadão, doenças erradicadas podem voltar por falta de vacinação. Dessa forma, medidas são necessárias para atenuar esse empecilho.
Outrossim, é valido ressaltar como a recusa dos pais para vacinar seus filhos auxilia na disseminação desse empasse. Nesse viés, vê-se que, seus progenitores não vacinam seus filhos por medo de haver alguma reação ou doença que possa comprometer o desenvolvimento da criança, e nisso coloca em risco sua imunidade de doenças que podem surgir ao longo da vida. Desse modo, conforme a pesquisa feita pela faculdade São Leopoldo Mandic, mostra que de 1000 voluntários, 4,5% dos pais se recusam a vacinar seus filhos e outros 1,6% têm receio. Sendo assim, é fundamental tomar devidas providências para atenuar essa situação.
Portanto, é fundamental que o Ministério da Saúde que tem como função administrar e manter a saúde pública do País por intermédio de médicos e profissionais da área, promova, em todos os Barrios e Cidades a mobilização dos agentes de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde), para realizar visitas alertando os moradores a importância da vacinação desde o indivíduo bebê, o que irá garantir sua imunização até sua fase adulta, e também o não aparecimento de doenças que já foram erradicadas a anos, haja vista que, esses projetos têm função de melhorar o pensamento pessoal e dessa maneira, construir uma Brasil sem preocupação de que alguma doença volte a surgir de forma epidêmica.