Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 15/10/2019

A revolta da vacina (1904) foi uma rebelião popular contra a vacina anti-varíola, ocorrida no Rio de Janeiro. Diante disso, é evidente a repulsa populacional em relação a vacina desde tempos remotos, ignorando a sua total importância. Em contraposição, a queda das taxas de vacinação se deve a fatores como o desinteresse da população e a falta de melhores investimentos nas políticas públicas.

Em primeiro plano, o desinteresse populacional é um pilar muito grande para a queda de taxas de vacinação no Brasil, que, de acordo com o Ministério da Saúde, decaem gradativamente. Além disso, as redes sociais tem uma forte influência nesse processo; tendo um movimento chamado de “antivacinas” que é uma grande ameaça para a saúde e está crescendo inclusive no Brasil, que sempre foi exemplo internacional. Assim, se torna claro que a falta de informação sobre a importância da vacina pode ser muito prejudicial ou até mesmo fatal para a imunidade do povo brasileiro.

Ademais, há a necessidade de um maior investimento e preocupação das políticas públicas no Brasil, que mesmo tendo o país como espelho nessa questão, vem acontecido grandes cortes de verba para vacinação, de acordo com o site de notícias G1. A situação vacinal do cidadão se torna cada vez mais precária, uma vez que quando não realizada, este está apto a ser infectado por diversas doenças. Assim, se não haver melhores investimentos nessa área, este será um grande impasse para se alcançar um equilíbrio ou uma solução para o problema com a vacinação.

Em síntese, é clara a necessidade do engajamento populacional e governamental. Nesse sentido, o Governo Federal em parceria com o Ministério da Saúde, devem intensificar as visitas de agentes de saúde com o objetivo de ter um maior conhecimento sobre a atual situação do povo, dando-lhes as atenções básicas com maior eficácia. Além disso, devem promover palestras explicativas sobre a importância da vacinação. Dessa forma, o Brasil poderá colaborar para um equilíbrio na saúde, podendo então, minimizar as quedas das taxas de vacinação.