Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 08/10/2019

No século XIX, a Revolução Industrial propiciou um aumento populacional  significativo e, por conseguinte, a proliferação de doenças. Dessa maneira, houve a criação da vacina, assim como outras métodos preventivos, com o intuito de evitar o desenvolvimento de mazelas e ampliar a qualidade de vida dos indivíduos. Todavia, na realidade contemporânea, no Brasil, desafios, como as fakes news e a negligência social, precarizam a eficiência da prática de vacinação. Assim, o setor da saúde e economia são diretamente afetados, o que configura uma relevante problemática. Nesse viés, medidas para a minimização do impasse são necessárias.

Sob esse prisma, a Revolta da Vacina, ocorrida no ano de 1904, no Rio de Janeiro, evidencia a influencia negativa das fakes news no âmbito da saúde - uma vez que, por considerar tal medida preventiva prejudicial ao bem estar, boa parte da população se revoltou contra a obrigatoriedade da vacinação, em virtude do surto de varíola, na época. Dessarte, hodiernamente, é indubitável afirmar que a propagação errônea de informações, prejudica a difusão de mecanismos preventivos. Um exemplo disso é a baixa cobertura de imunização de doenças, como caxumba, sarampo e rubéola, graças ao receio dos efeitos colaterais. Nesse sentido, essa conjuntura influencia a baixa cobertura vacinal, ou seja, favorece a contração de enfermidades e, casos mais graves, ocasiona óbitos. Por isso, é axiomático o caráter problemático do contexto.

Portanto, para que haja minimização do impasse, compete ao Governo, em parceria com o Ministério da Saúde, promover a prática de vacinação.