Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 06/10/2019
Desde que, os cidadãos europeus foram assolados pela Gripe Espanhola no final do século XIX, onde a mesma deixou milhões de mortos. Nos dias atuais, o Brasil vive um revés do que atingira a Europa no passado: há vacinas, porém muitos optam por não aderi-las.
Inicialmente, a constatação de que o percentual de doenças, antes controladas e até mesmo erradicadas do território brasileiro, vêm com o aumento das taxas de proliferação no bem comum. Isso se deve primeiramente, a escassez de verbas geridas pelos governos de determinadas regiões com baixos recursos sustentáveis; como também à disseminação de falsas notícias através da internet, ganhando forças nas “teorias de conspiração”. Sob esse viés, o Ministério da Saúde fez um alerta à atual situação, aumentando os recursos destinados à determinadas áreas do setor, em bilhões de reais. Entretanto, problemas como esse propiciam a volta das doenças como o Sarampo, Caxumba, Poliomelite, entre outros.
Em segundo plano, conforme citado pelo filósofo Jean Jacques Rousseau: “O homem é bom por natureza, a sociedade que o corrompe”; corrobora-se com tal afirmação, que por muitas vezes a sociedade ignora fatos históricos de doenças que vitimizaram milhões, como a própria Gripe Espanhola, em detrimento de métodos não comprovados cientificamente pela medicina. Ademais, a vacinação está diretamente ligada às leis vigentes no Brasil, onde a mesma encontra-se como dever dos pais, da sociedade e estado no Estatuto da Criança e do Adolescente. Assim, o não cumprimento das normas, pode acarretar processos, segundo o estatuto.
Portanto, para se reverter o elevado aumento de não vacinação no país, principalmente em crianças; e consequentemente a volta de doenças transmissíveis e fatais. Devemos nos engajar enquanto cidadãos, à pesquisas de cunho científico confiável, em sites especializados; como também o Ministério da Saúde, que já vem realizando pesquisas no intuito de viabilizar maiores recursos, como propagandas em postos de saúde e internet, a fim de combater possíveis epidemias futuras.