Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 08/10/2019
A vacina foi criada em 1963 pelo médico Maurice Hilleman e contribuiu para que a sociedade combatesse a doença. Entretanto, a sociedade do século XXI ainda encontra entráves para garantir a otimização da vacinação ao povo brasileiro. Tal fato se dá por diversos fatores, cabendo destacar entre eles não só a negligência governamental, como também o individualismo social. Logo, deve-se analisar tal problemática a fim de serem combatidas e compreendidas.
Primeiramente, é fundamental destacar que é dever da Constituição Federal garantir à saúde e o bem-estar social. Não obstante, percebe-se que essa teoria não afetiva na prática, umas vez que, segundo notícias divulgadas pelo G1, a reemergência das doenças estão voltando, a exemplo o sarampo, que foi eliminado do Brasil em 2016, mas já reemergiu. Esse cenário caótico e procupante rompe com a teoria do filósofo Friedrich Hegel ao afirmar que é dever do estado garantir os direitos dos seus “filhos”
Ademais, a ausência dos pais para vacinar seus filhos contribue com o quadro em questão. Segunda a filósofa Hannah Arendt em “A banalidade do mal”, o pior mal é aquele visto como cotidiano corriqueiro. Dentro do contexto familiar, os pais não levam seus livros para vacinar, pois, a ausência de pessoas infectadas leva à falsa impressão de que o vírus não existe mais, tornado assim, a privatização à vacinação como algo cotidiano, corriqueiro.
Diantes desses impasses, é urgente que o Ministério da Educação-extensão governamental responsável pelo gerenciamento educacional no Brasil- em parceria com a mídia televisiva, que tem o grande poder persuasivo no gerenciamento de informações, crie campanhas, ministradas por especialistas na área (como psicólogos, mestres e cientistas) acerca da importância da vacinação, de forma a possibilitar a compreensão da importância de se vacinar e, assim, garantir tal segurança. Somente assim, a proteção das doenças entrará em vigor, como propôs o médico Maurice.