Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 10/10/2019
A revolta da Vacina foi uma reação ao movimento de caráter autoritário, cujo objetivo era diminuir os casos de varíola da população, no século XX. Atualmente, a vacinação forçada não é mais cogitada e as campanhas governamentais as substituem. Embora as vacinas previnam as pessoas contra as doenças, hoje, infelizmente, algumas doenças estão aumentando em número e, consequentemente, o governo precisa tomar uma atitude.
Em primeiro lugar, doenças como a poliomielite, a qual causa paralisia, têm aumentado e isso é preocupante. Sob esse viés, Émile Durkheim diz que o indivíduo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido. Analogamente, a principal causa disso é o movimento antivacina, o qual é acreditado por um grande número de pessoas. Isso gera, consequentemente, um aumento nas contaminações por doenças antes minimizadas, segundo dados do Programa Nacional de Imunização. Dessa forma, verifica-se a ineficácia dos métodos de publicidade das campanhas vacinais.
Além disso, o apoio governamental às campanhas nacionais deve ser melhorado. Nesse contexto, São Tomás de Aquino, padre italiano, acreditava que todos os indivíduos em uma sociedade possuem a mesma importância, fato também assegurado pela Constituição Cidadã de 1988. Tal crença, hoje, é colocada em pauta, pois o número de infectados pelas doenças que possuem vacinas aumentou. Assim a volta de doenças revela falhas em relação às campanhas vacinais.
Portanto, é mister que o estado tome providências para melhorar o q adro atual. Para que o número de vacinados aumente, urge que o Ministério da Saúde, em parceria com a Escola, eleve a importância da carteira de vacinação na vida infantil, por meio de leis que exijam as escolas a pedir o documento na hora da matrícula, pois as crianças são o caminho para reverter o quadro atual. Com essas medidas, a revolta da vacina ficará apenas na memória coletiva e sem perigo iminente.