Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 14/10/2019
A Revolta da Vacina, ocorreu entre 10 e 16 de novembro de 1904 na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil. De imediato foi uma lei que determinava a obrigatoriedade da vacinação contra a varíola, porém é associada as reformas urbanas que estavam sendo realizadas, ocasionando uma reviravolta, a população sem entender o que estava acontecendo tornou-se resistência. Todavia, atualmente, o Ministério da Saúde ainda passa por dificuldades, quando assunto é vacina, a falta de informação de algumas pessoas e as campanhas antivacinação, provocou nos indivíduos buscarem com menor frequência a prevenção.
A priori, a falta de informação de algumas pessoas, principalmente, quem tem baixa escolaridade, não entende o motivo da vacinação, por isso recusam-se buscar a prevenção. Contudo, em setores mais pobres que à ausência de saneamento básico, infraestrutura e casas com aglomerados de pessoas, tem que haver uma prevenção e um cuidado maior, pois sem entenderem correm o risco de terem mazelas como: gripe comum, até a mais agravante, a H1N1, estas são vacinas que estão ao alcance da população.
A posteriori, as campanhas antivacina está intrometendo-se de forma negativa, espalhando mentiras sobre reações das vacinas, ocasionando a ausência de pessoas nas campanhas de imunização, segundo dados do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI/MS), nos últimos anos a meta de ter 95% da população-alvo vacinada não foi alcançada. Por isso, a campanha contra vacina se tornou assunto mundial, recentemente o movimento foi incluído pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em seu relatório sobre os dez maiores riscos à saúde global, pois são tão perigosos quanto os vírus, porque ameaçam reverter o progresso alcançado no combate a doenças evitáveis por vacinação, como o sarampo e a poliomielite.
Portanto, o Estado deve intervir e priorizar o que está no direito da população. Diante disso, por meio do Ministério da Saúde, além das campanhas já feitas, saia promovendo ainda mais informações, nas escolas, locais públicos e meios midiáticos, alcançando toda a população, mas priorizando os locais mais pobres, para assim poder espalhar notícias verdadeiras com pessoas capacitadas da área da saúde, para que saibam a serventia da vacinação, quais doenças podem ser evitadas e explicar um pouco de cada uma. Assim, possa aumentar o percentual de pessoas em busca da prevenção.