Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 14/10/2019
Consoante ao poeta Cazuza, “Eu vejo o futuro repetir o passado”, a relação da vacinação com o povo brasileiro, não é um problema atual. Desde a Revolta da Vacina, rebelião popular contra a vacina anti-varíola, ocorrida em novembro de 1904 no Rio de Janeiro, essa vicissitude é uma realidade. De mesmo modo, hodiernamente, as dificuldades persistem, afetando principalmente na saúde das crianças, que são submissas aos pais, e no índice de vacinações contra graves enfermidades.
Em primeiro plano, destaca-se que a vacinação infantil, que previne esses indivíduos de doenças fatais, não estão sendo administradas corretamente. Outrossim, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) e Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) mostram que em 2018, quase 20 milhões de crianças não receberem as vacinas necessárias contras certas moléstias, o que justifica que grande parte dos pais estão deixando de levar seus filhos para receber as prevenções.
Outro ponto relevante, nessa temática, é o conceito ligado à saúde da população brasileira. Embora as vacinações serem necessárias para poder evitar diversas doenças, essa mesma, atualmente, enfrenta quedas. Dessa forma, de acordo com a Folha de São Paulo, aproximadamente 30% da população são suscetíveis, possuem uma maior probabilidade de contrair enfermidades.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para combater esses desafios com as vacinações. Dessa maneira, compete ao Ministério da Saúde promover condutas eficazes para solucionar o problema. Essa ação pode ser feita por meio de campanhas de imunização em postos de saúde por pessoas capacitadas, como enfermeiros e agentes de saúde, uma vez que toda a população se conscientizem, com o objetivo de diminuir o risco de novas epidemias e prevenir todos os cidadãos de uma possível doença com um tipo de prevenção adequada e segura, que é a vacinação.