Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 15/10/2019

Funcionando como a primeira lei de Newton, a lei da inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força atue sobre ele mudando-o de percurso, a questão da garantia da vacinação persiste no Brasil há algum tempo. Com isso, ao invés de funcionar como a força suficiente capaz de mudar o percurso deste problema, da permanência à extinção, a combinação de fatores como o desabastecimento de vacinas essenciais e pais que se recusam a vacinar os seus seus filhos, acabam por contribuírem para o quadro atual.

Precipuamente, é fulcral pontuar que o dilema da vacinação deriva da baixa atuação de setores governamentais, no que concerne á criação de políticas públicas que atendam a demanda da população. Pois, segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por assegurar o bem-estar dos cidadãos, contudo, isso não ocorre no Brasil. Segundo dados do Portal G1, as taxas de vacinação crescem no mundo mas caem no Brasil há três anos. Desse modo, o número de pessoas suscetíveis a doenças antigas, mas letais, pode avançar.

Por conseguinte, a desinformação sobre os benefícios da vacinação propicia o surgimento de mitos e tabus sobre possíveis efeitos colaterais das vacinas, o que acarreta na negação dos pais em vacinar os filhos. Tudo isso constitui reflexo evidente da insuficiente atuação do governo na instrução sobre a importância das vacinas, o que retarda a resolução do empecilho e contribui para a perpetuação desse quadro deletério.

Dessarte, com o intuito de mitigar o problema, necessita-se que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Saúde, será revertido no reabastecimento periódico das vacinas essenciais para que possam atender a toda a população e, também, em publicidade e propagandas nos meios de comunicação, que alertem sobre a importância da vacinação e dos riscos de não manter em dia o cartão de vacina. Assim, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da questão da vacina. Afinal, como afirmou Gandhi, o que se faz no presente determina o futuro  seddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddse faz no