Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 29/10/2019
Em 1904, a Revolta da Vacina foi uma reação popular contra uma campanha de vacinação obrigatória, imposta pelo Governo Federal contra a varíola e a febre amarela. No entanto, quando se observa no Brasil os desafios para garantir a vacinação dos brasileiros, nota-se que essa ideia é interiormente ligada à realidade do país. Seja pelo acesso limitado, seja pela lenta mudança de mentalidade social.
É indubitável que a questão do inato e a sua aplicação esteja entre as causas do problema. Segundo Martin Luther King, Toda hora é a hora de se fazer o que é o certo. De maneira similar, é possível perceber que no nosso país o acesso limitado rompe essa autonomia. Haja vista que a falta no fornecimento de imunização em rede pública é causada por questões socioeconômicas e reprovações nas importações. Dessa forma, torna o direito da saúde básica em aspecto privilegiado e com risco de gerar epidemias.
Outrossim, destaca-se a lenta mudança de mentalidade social como mobilizadora da causa. De acordo com Martin Luther king, não existe algo mais perigoso do que a ignorância humana. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que existe um movimento antivacina que acredita que a imunização seja responsável pela criação de doenças. Assim, gerar a decisão de não vacinar seus filhos e a si mesmo, transmitindo essa herança em geração a geração, agravando esse problema no Brasil.
É evidente, portanto que ainda há dificuldade para garantir uma construção de um mundo melhor. Logo o Estado deve investir na saúde pública com mais vacinas em postos e clínicas para garantir a população os seus direitos de cidadão, fazendo jus ao artigo 6 da Constituição Federal. A mídia em parceria com a Organização Nacional da Saúde, com seu grande alcance ao público, pode intensificar as campanhas de vacinações com palestras e oficinas, promovendo a conscientização. A Fim de que não viva a realidade das sombras, como o mito da caverna.