Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 18/03/2020

Desde que Alexander Fleming o pai da penicilina e Albert Bruce Sabin o médico que desenvolveu a vacina oral para a poliomielite, o mundo nunca esperou tanto pela cura como agora.

É fato que há anos o Ministério da Saúde e seus órgãos subordinados em cada Estado,se engajam sem resultados contentadores, no combate à redução dos índices de doenças, como a gripe viral,  poliomielite, sarampo, febre-amarela.  Ou seja, não atingem a meta programada.

Dados divulgados pelo próprio Ministério revelam que os resultados estão aquém das expectativas para cada ano, demonstrando o desinteresse do público em se defender das mazelas biológicas.

Os investimos orçamentários, mesmo em tempos de escassez de recursos são altos. Portanto, o que poderia produzir índice tão baixos de aceitação dos programas de vacinação?

As doenças recorrentes não cessam os ataques às pessoas vulneráveis, não escolhem entre as imunes e as não. Por que mesmo assim mãe e pais não decidem um destino feliz aos seus pequenos?

Justificaria a baixa aceitação das vacinas a ignorância da população menos esclarecida ou se trata mesmo do descaso do cidadão? Eis um questionamento que necessita de resposta.

À guisa de conhecimento, há uma doença que se espalhou pelo mundo e já contaminou mais de 30.000 pessoas, podendo exponencialmente superar este algorítimo em apenas um mês.

A China já divulgou um antídoto, que está sendo testado em voluntários. Quisá agora não se encontre abstinência à boa vontade dos homens em salvar vidas.

Em que pese o apresentado, a proposta é cadastrar a pessoa que não comprovar a imunização por doses gratuitas, de modo a ter a continuidade da licença ou outro benefício cessado. Assim, vale para quem precisa de passaportes ou requer a CNH, BPC,Bolsas,devem apresentar o registro da imunização. A conduta de negar o benefício será do Ministério envolvido.