Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 24/08/2020
Historicamente, o termo vacina surgiu no ano de 1798, graças a uma experiência do médico e cientista inglês Edward Jenner. Porém, somente em 1881, o cientista francês Louis Pasteur começou a desenvolver a segunda geração de vacinas. Desde então, as vacinas começaram a ser produzidas em massa e se tornaram um dos mais importantes elementos para o combate de doenças no mundo inteiro.
O ser humano, desde criança, é vacinado para diferentes tipos de doenças, como a vacina de BCG para evitar tuberculose, e a primeira dose contra a Hepatite B, ambas tomadas ao nascer.
Todavia, apesar do benefício que gera, as vacinas são também geradoras de discordância quanto à sua eficácia. Por existirem efeitos colaterais, tendo como exemplo as dores de cabeça ou febre, uma vez que o medo da população quanto a isso seja maléfico, como mostrado nos dados da cobertura de vacinação contra caxumba, sarampo e rubéola, que vem caindo ano a ano em todo o Brasil e assim, doenças antigas estão voltando a matar várias pessoas suscetíveis.
Resumidamente, podemos citar alguns dos fatores para esse acontecimento, como a falta de vacinas, municípios com menos recursos e pais não vacinam seus filhos. Embora o Ministério da Saúde tenha afirmado que “tem atuado fortemente na disseminação de informações junto à sociedade alertando sobre os riscos de baixa coberturas”, ainda há muitos problemas a serem enfrentados. Com baixos recursos para a área da vacinação, e também para campanhas publicitárias, fica cada vez mais difícil mobilizar a população.
Evidentemente, algumas precauções devem ser adotadas antes desse problema se intensificar, como fazer mais campanhas online explicando sobre o assunto, principalmente para avisar os pais os perigos de não vacinarem as crianças. O governo também deveria investir mais na área da saúde para os recursos de campanhas publicitárias e a renda para a compra das vacinas ser maior.