Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 12/06/2020
No Brasil existem diversas enfermidades, que atingem muitos indivíduos, como exemplo pode-se citar a poliomielite, caxumba e sarampo. Para reduzir estes óbitos, cientistas e o governo brasileiro, lançam campanhas de vacinação. Porém, estas são prejudicadas pelos chamados movimentos antivacina e pela redução de investimentos em imunização.
O movimento supracitado teve a sua origem, quando em 1998, o cientista Andrew Wakefield, junto com advogados, por interesses econômicos, divulgou de forma fraudulenta, que a tríplice viral poderia causar o autismo. Isso desestimulou os pais a levarem seus filhos para vacinar, os quais podem ser portadores de agentes infecciosos, contaminando outros grupos que não possam se imunizar, por motivos de doenças ou idade. Em virtude disto, certas doenças que já estavam praticamente erradicadas, voltaram a surgir novos surtos; segundo a Organização Mundial da Saúde em 2017 morreram 110 mil pessoas devido ao sarampo.
Outro fator existente que prejudica a vacinação em massa é a redução de investimento neste campo. Segundo o Ministério da Saúde, este pretende reduzir em 7% os gastos com imunizações, o que seria um corte de 393,7 milhões de reais. Vale ainda lembrar que o alto valor de vacinas na intuição privada, diminui a taxa de pessoas imunizadas.
Em suma, na tentativa de erradicar algumas patologias, ocorrem movimentos para diminuir o número de enfermos, como campanhas publicitárias com o objetivo estimular as imunizações; contudo existem indivíduos contrários a estas. Portanto as escolas devem esclarecer aos alunos, por meio de palestras, que as vacinações são de extrema importância, para que se conscientizem e no futuro não fiquem adoecidos. Ademais, o governo pode aumentar os recursos financeiros na área da saúde, para que não falte vacinas e também haver mais pesquisas científicas, a fim de eliminar novas doenças que surjam.