Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 11/06/2020
Sabe-se que a vacina é considerada uma das grandes conquistas da humanidade na busca por mais saúde, qualidade de vida e prevenção de doenças. O HPV é uma doença sexualmente transmissível e, por isso, existe a vacina da doença, visando gerar uma imunidade ativa contra a mesma. Países como a França e a Austrália conseguiram reduzir os índices de HPV com algumas importantes ações, por exemplo a responsabilidade dos governos, a iniciativa por campanhas e, também, pela boa imunização. Todavia, infelizmente isso não ocorre no Brasil, já que de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, a OMS, a prevalência estimada de HPV no Brasil, na faixa etária de 15 a 25 anos, é de 54,3%, o que por sinal é um número bastante elevado.
Cabe salientar que há um grande número de mulheres que acaba contraindo doenças, como um tumor maligno de colo de útero, por falta de imunidade ao HPV. Alguns fatores que mais contribuem para isso são a falta de imunização, a ausência de vacinas na rede pública e o alto preço na rede privada. Se houvesse uma eficaz imunização provavelmente as taxas de contração de doenças como o HPV iriam diminuir eficientemente em nosso país.
Pôde-se mencionar a questão de pais relapsos, que não acompanham o cartão de vacinação de seus filhos e, muitas vezes, acabam esquecendo de vaciná-los, assim, deixando-os vulneráveis a doenças, e com isso gera também uma drástica consequência, pois o ato de não vacinar seus filhos afetam a saúde deles e, ainda, a saúde de outras crianças.
Além do mais existe, também, o temor de certas pessoas por talvez não terem informações e conhecimento suficientes e necessários sobre as vacinas, e por acharem que os efeitos colaterais irão ser muito fortes, porém na maioria delas os sintomas são no máximo febre, mal-estar, dores no corpo e no local da vacina.
Portanto, tenha-se como solução a possibilidade de aliança entre o governo e a OMS, ambos investir e incentivar campanhas para, assim, conseguir, a exemplos da Austrália e da França, uma boa imunização da população de seu país, para também fazer com que diminua a taxa de mortalidade devido a essas doenças. Necessária também é a conscientização dos pais de adolescentes que devem ter uma maior responsabilidade em relação às vacinas, pois esta é a maneira mais eficaz de evitar certas enfermidades.