Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 09/03/2021

Um dos assuntos que vem sendo debatidos com frequência nos dias atuais, relaciona-se com a vacinação, principalmente em crianças e adolescentes. Isso deve-se ao fato de que as taxas de vacinação atuais vêm caindo, ano após ano, e isso torna-se preocupante pelo fato de que doenças antigas e extremamente graves, consideradas quase inexistentes nos últimos tempos, estão voltando a aparecer, como, por exemplo, o sarampo.

Primeiramente, é importante retratar que esse é um tema que gera muitas discussões por envolver questões governamentais e grupos antivacinas. Além disso, em certas regiões o baixo índice de vacinação se dá devido à falta de investimento, verba, infraestrutura e incentivo. Porém, muitas vezes, a falta de vacinação ocorre pela opção da pessoa ou dos pais, que optam por não vacinarem seus filhos contra certas doenças por terem medo, julgarem desnecessárias, ou até mesmo não acreditarem na funcionalidade e eficácia. Isso mostra-se prejudicial, pois quanto maior a quantidade de pessoas vacinadas, menor é a disseminação da doença, e maior a chance de ser erradicada.

Ademais, é importante retratar que a atual situação do COVID-19, que vem se espalhando de forma rápida em toda a sociedade, se encaixa no tema, visto que a vacina recém desenvolvida para esse vírus tem sido muito contestada. Isso traz à tona o fato de que com o desenvolvimento de novas vacinas, o número de doenças deveria reduzir gradativamente, porém pela falta de insumos, a lentidão do processo, a falta de utensílios necessários para a vacinação, e o negacionismo de certas pessoas que não acreditam na eficácia, esse processo se torna mais lento, deixando uma brecha para mutação genética do vírus que o deixa ainda mais forte e difícil de tratar.

Portanto, pode-se concluir que para garantir a vacinação da população, o governo, por meio do Ministério da Saúde, principal órgão responsável pelo assunto, deve promover campanhas com objetivo de conscientizar e tranquilizar as pessoas em relação as vacinas a serem tomadas. Essas devem ser focadas no público alvo específico dos lugares onde serão expostas, afim de que consiga atingir o maior número de pessoas e diminua o número de infectados.