Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 23/05/2024
Desde da antiguidade, vimos a comunicação como um elemento importante para sobrevivermos. Apesar de ser algo antigo e considerado básico, muitas pessoas não sabem ler e escrever. Fatores como etnia, dinheiro e tempo dificultam o aprendizado, o que trará dificuldades na melhora da qualidade de vida.
Para sobrevivermos e protegermos nossos semelhantes na antiguidade, foi preciso saber se comunicar, seja por sinais corporais, desenhos, sons emitidos pela boca, ou pela escrita, o que foi útil para passar conhecimentos e alertas de perigo. Mas com a evolução da espécie, houve a introdução da tecnologia, que é um meio mais rápido e simples de comunicação, que em sua maioria tem letras, que as pessoas analfabetas não conseguem ler, o que resulta na falta de informações, que pode prejudicar no meio de trabalho, social e familiar, como Luva de Pedreiro, que assinou um contrato abusivo por não saber ler.
Segundo o G1, muitos idosos se sentem enevergonhados de se não saber ler e escrever, mas tem vontade de aprender. Casos de analfabetismo são comuns em pessoas negras e indígenas, já que elas muitas vezes são excluídas da sociedade, o que dificulta a procura por um emprego que pague bem, fazendo com que a pessoa trabalhe mais e não tenha tempo para o aprendizado, o que se torna um círculo quando se tem filho, já que vai ter uma pressão para o filho trabalhar cedo para ajudar nas contas de casa.
Mesmo com o G1 dizendo que o analfabetismo diminuiu no Brasil, ainda há 11 milhões de Brasileiros sem saber ler ou escrever, por isso o Ministério da Educação, Ministério Trabalho e Emprego, Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania e Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate a Fome, devem se juntar para discutirem melhores condições para as crianças, adultos e idosos analfabetos que querem se dedicar aos estudos, tenham um teto e comida na mesa, para terem mais tempo. Junto com uma estratégia de alfabetização deve ter como complemento cursos profissionalizantes, para assim que estiverem alfabetizados já consigam ter uma maior facilidade para entrar no mercado de trabalho.