Desafios para garantir disponibilidade da água e saneamento para todos de forma sustentável

Enviada em 05/11/2025

No acalamado filme coreano “Parasita”, dirigido por Bo Joon Ho, são expostos os desafios da vida cotidiana de uma família de classe baixa na Coreia do Sul, mostrando péssimas condições de saneamento básico e água limpa para beber. Nesse contexto, água é fundamental para vida do ser humano, para consumo, preparo de alimentos e higiene pessoal e, no Brasil, ainda é algo inatingível para certos brasileiros. Dito isso, há dois desafios para garantir a disposnibilidade de água limpa e segura para todos os brasileiros: o alto custo de produção de estruturas modernas e a poluição recorrente de nascentes de rios, dificultando o processo para levar água à todas as comunidades. Assim, é essencial combater tamanhos desafios, a fim de tornar acessível um recurso tão básico quanto a água.

Em primeiro plano, o desafio primário a ser combatido é o alto custo de produção de estruturas modernas e duradouras. Nesse contexto, o filme “Don’t Look Up”, estrelado por astros como Maryl Streep e Leonardo DiCaprio, mostra a realidade de algumas comunidades mais pobres nos Estados Unidos, que, enquanto grandes elites saem do planeta, comunidades com condições financeiras frágeis ficam para trás, convivendo com a normalização da escassez hídrica e com a falta de serviços de água e esgoto. De forma análoga, o Brasil vive uma situação semelhante, convivendo com a falta de água em comunidades afastadas e com esgotos a céu aberto, promovendo a propagação de doenças como parasitoses e bacterioses, sendo caro demais produzir estruturas para proteger essas comunidades com saneamento e água segura para consumo.

Em uma análise secundária, a poluição complementa o problema do alto custo de construção de estruturas que promovam água limpa e saneamento. Tendo isso posto, no jogo “Death Stranding 2”, de Hideo Kojima, o mundo convive com uma poluição severa dos oceanos por alcatrão.