Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 26/03/2019

Ao longo do processo de formação do Estado brasileiro, do século XVI ao século XXI, o país tem avançado em diversas áreas sociais, fruto de desenvolvimento científico e políticas públicas eficientes. No entanto, problemas, como a situação precária do saneamento básico, ainda persistem e afetam a sociedade. Nesse sentido, convém discutir as principais causas dessa problemática para o tecido social do Brasil.

Em primeiro plano, verifica-se que a falta de planejamento habitacional é um dos motivadores para o agravamento dessa questão. Segundo o site G1,  70% das cidades brasileiras não foram projetadas com o saneamento básico adequado. Esses dados  refletem bem o precário ambiente em que os indivíduos são obrigados a conviver, sendo expostos a esgotos a céu aberto e, muitas vezes, sem local para fazer suas necessidades. Com isso, as pessoas estão expostas a ambientes que contribuem para proliferação de diversas doenças.

Outro  fator que colabora para esse cenário é o descaso do poder público. Para o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada, de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado. Analogamente, observa-se que o estado rompe com essa harmonia, haja vista que, embora existam leis que estabelecem aplicação de saneamento básico, nem todos tem acesso plenamente a este direito, por falta de políticas que alcancem grande parte da população. É inadmissível, que apesar dos altos impostos pagos pelo povo, isso lhe seja negado.

Fica evidente, que essa adversidade precisar ser solucionada de forma mais organizada pela sociedade. Para isso, cabe ao Ministério de Infraestrutura elaborar implantações de saneamento básico, por meio de investimentos em sistema de esgotos e recolhimento de lixos. A fim de erradicar ou minimizar esse problema. Dessa forma, podemos alcançar o equilíbrio proposto por Aristóteles.