Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 12/04/2019
A partir do século XVIII, com a Revolução Industrial, significativas mudanças positivas aconteceram quanto à sociedade e economia, porém do ponto de vista ambiental a produção em larga escala e o consumismo têm como consequência maléfica o acúmulo de lixo e as dificuldades ao descartá-lo, em síntese tal fato somado a falta de esgotos no meio urbe torna-se um grande impasse e desafio enfrentado no quesito melhoria do precário saneamento básico brasileiro.
Em primeiro lugar, é importante salientar o relevante número de casos de doenças cuja contaminação se dá de forma fecal-oral, relatadas no Brasil pela Organização Mundial de Saúde (OMS), precipuamente nos períodos de enchente. Sabe-se que a profilaxia mais eficiente para esses casos são atitudes de saneamento básico individual e coletivo, pois a abertura de esgotos e o descarte de forma consciente do lixo são medidas para limitar tais desafios supracitados.
Sob esse viés, percebe-se que o consumismo tem aumentado consoante à passagem do tempo, pois cada vez mais a mecanização evolui e com ela aumentam-se os impactos ambientais, já que o descarte do lixo gerado diariamente ainda é grande vilão do equilíbrio ecológico, de maneira a dificultar o direcionamento correto de tanto conteúdo eliminado. Mesmo que existam esses impasses, há ações que podem ser aplicadas e estão ao alcance do governo.
Tendo em vista o exposto acima, a abertura de valas e trincheiras para que a água ecoe fora das ruas, bem como a implantação de esgotos e aterros sanitários, são medidas eficientes de saneamento básico que podem ser executadas por prefeitos com auxílio de verbas estaduais, para que assim o contato da população com lixo e dejetos seja evitado, partindo disso e da plena consciência social para com o consumismo, os desafios para melhorar o saneamento básico começarão a atenuar-se.