Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 16/04/2019
O filosofo francês Jean-Paul Sart afirma que o ser humano é livre e responsável; cabe a ele escolher seu modo de agir. Sendo assim, com o avanço do sistema capitalista, recai sobre o ser humano o compromisso de tornar o mundo mais sustentável. No século XXI, a preocupação com a crise do sistema de saneamento básico no Brasil é reflexo da negligência governamental e falta de investimentos.
Diante de tal contexto, o Governo Estadual e Municipal permanecem invisíveis na maior parte do tempo no que tange o precário sistema de saneamento básico. segundo o G1 apenas 45% da população brasileira tem esgoto tratado e 51% tem coleta de esgoto. Por consequência, esse cenário entra em contradição com o que foi assegurado pele Constituição Federal de 1988, que é garantir o bem estar social da sociedade.
O sociólogo Zygunt Bauman, propunha que a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é característica da “modernidade líquida”. Nesse viés, pode-se notar que esse contexto encaixa-se completamente no atual cenário brasileiro, onde o Governo não investe em saneamento básico. Consequentemente, as áreas que mais sofrem com esse descaso são as periféricas e rurais.
Portanto, para que o saneamento básico não gere transtorno ao país, é necessário que o Governo Federal com ações do Ministério do Meio Ambiente cumpra seu papel de estabelecer um bem estar social. Além disso, é preciso que o Governo Estadual e Municipal através de politicas públicas faça com que o saneamento básico chegue as áreas mais distantes das grandes cidades, a fim de estabelecer uma melhor qualidade de vida. Desse modo, o Brasil conseguirá controlar o precário sistema de saneamento básico.