Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 30/04/2019

Na antiguidade, a partir do entendimento humano sobre a necessidade de limpeza da água e as doenças provenientes desta, tornou-se essencial um meio para promover maior segurança à saúde humana e a biodiversidade. Nesse sentido, é necessário verificar os conjuntos de serviços de infraestrutura de saneamento e analisar formas para encontrar e solucionar seus problemas.

Em abordagem inicial, constata-se que o uso de água não tratada, acarreta muitos problemas ligados a saúde, como a proliferação de doenças por fungos e bactérias. Estudos apontam que grande parte da população brasileira possui água potável. Porém, em regiões mais humildes, em que a água é retirada de poços e nascentes, é difícil manter o controle físico químico, visto que a população não detém conhecimento nem recursos necessários para este cuidado.

Outro fator que deve ser considerado, é o despejo do esgoto in natura nos mananciais devido a falta de redes coletoras e/ou tratamento inadequado. Soma-se a isso, a resistência de parte da população em ligar suas casas às redes coletoras, evitando o pagamento de taxas cobradas pelas prefeituras. Acrescentando-se também o desrespeito da população que joga  lixo na ruas e rios, colaborando com o entupimento da rede de esgoto, que unido a chuva provoca enchentes.

Nesse contexto, é essencial que as secretarias responsáveis por locais de remoção direta, assegure maior segurança na captura de água dos poços, através de programas que disponibilizem o conhecimento e material necessário à essas famílias, para que estas fiquem menos expostas à problemas futuros. Assim como as prefeituras que devem fiscalizar as ligações de esgoto, e permitir que grande parte dessa água volte a ser potável, por meio de palestras conscientizadoras e maior investimento na rede de esgoto, a fim de reconstituir os mananciais e garantir água potável à todas as gerações futuras.