Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 12/05/2019
Na Idade Média, era comum as pessoas jogarem seus desejos em lugares públicos como ruas e avenida; no fim essa atitude ocasionou na proliferação da Peste Negra, na qual levou à morte de grande parte da população europeia. Hoje em várias partes do Brasil, o cenário não é muito diferente. Norte, nordeste e centro-oeste são as regiões que mais sofrem com a falta de saneamento básico, portanto, nesse contexto, torna-se evidente a carência de tais recursos e a necessidade da resolução dessa problemática.
Em primeiro plano, é necessário ressaltar que os recursos básicos deve ser acessível a todos diante da Lei do Saneamento Básico. Entretanto, é notório que inúmeros municípios brasileiros não possuem água potável e 60% do esgoto gerado não é devidamente tratado. Nessas perspectivas é notório a importância de tal recurso para a sociedade.
Ademais, resíduos a céu aberto e água parada são cenários propícios à proliferação de doenças que muitas das vezes são transmitidas por vetores. Doenças como a dengue, a leptospirose, a cólera são extremamente perigosas e podem levar o indivíduo que as contraem à morte. Portanto, é de suma importância solucionar brevemente tal problema que assola o país.
Nesse sentido, urge que o Estado amplie leis já existentes e o PLANSAB (Plano Nacional de Saneamento Básico), com o intuito de reduzir o número de pessoas que não possuem saneamento básico, para que no fim tenha-se uma notável melhora na qualidade de vida. Além disso, a Mídia deve noticiar a situação precária de há no país e juntamente com a população, fazer campanhas e propagandas sobre os males causados às pessoas e ao meio ambiente por causa desse Brasil sem o básico. Assim, o país tornar-se-á mais plural e justo.