Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 15/05/2019

Infraestruturas precárias e falta de investimento, torna quase impossível manter boas condições em saneamento básico. Algo que consiste em abastecimento de água potável, o manejo de água pluvial, a coleta e tratamento de esgoto, a limpeza urbana, o manejo de resíduos sólidos e o controle de doenças, visando à saúde das comunidades.

Esse conjunto de procedimentos adotados numa determinada região, visando proporcionar uma situação higiênica saudável para os habitantes é dificultado, principalmente, pelo desordenado crescimento urbano. A decorrência disso vem do rápido crescimento urbano em áreas onde não havia estrutura anterior para a instalação desses serviços e muito menos para depois da ocupação do espaço.

No Brasil, foi criada uma lei nomeada Lei do Saneamento Básico, que declara a universalização ao acesso de saneamento básico. Infelizmente, em 2017, quando completava 10 anos, metade da população brasileira ainda não tinha acesso a estes recursos. Houve um aumento de 42% para 50,3% de acesso a coleta de esgoto e de acesso a água foi para 83,3% de 80,9% de acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS).

Portanto, basta que o Ministério de Saúde Pública perceba que grande parte dos problemas de saúde nacionais são ocasionadas por esse déficit ao acesso básico. Um investimento adequado nessas redes de tratamento e fornecimento trariam melhoras e só seriam possíveis com auxílio de melhorias nas infraestruturas locais, o maior problema para acesso ao sistema básico no Brasil.