Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 16/05/2019

O Saneamento básico no Brasil apresenta diversos impasses. Esse fato dificulta o desenvolvimento da população, tanto social como econômico, e impossibilita a qualidade de vida homogênea. O entendimento de doenças causadas por falta de higiene, assim como da segregação na distribuição sanitária é de extrema relevância para a solução da precariedade no sistema de saneamento básico.

A importância do desse é inegável para a saúde da população. Diversas doenças, como as protozoonoses disenteria amebiana e giardíase, tem como causa a ingestão de água ou alimentos infectados como o agente causador da doença. Tal fato acontece devido a contaminação de produtos consumidos pela população com fezes que contém o cisto, que permite o ciclo efetivo do protozoário. Dessa maneira, o saneamento básico é fator crucial para a diminuição de falta de higiene como agente causador de doenças prejudiciais para a saúde populacional, sendo aquele a profilaxia para essas.

A causa do precário saneamento básico brasileiro é a má distribuição de recursos necessários para a mínima qualidade de vida. Concomitantemente ao conceito de estratos sociais, os quais segregam camadas baixas, deixando-as periféricas, marginalizadas e precárias de serviços básicos, grande parte da população de baixa renda brasileira não possui acesso ao serviço de saneamento. Dessa forma, o impasse desse está relacionado a má distribuição, sendo a causa da precarização do sistema, o qual não é abrangentemente apropriado para todos os estratos sociais.

Em conclusão, medidas devem ser tomadas para o fim da precariedade no sistema sanitário brasileiro. É de responsabilidade do sistema judiciário fiscalizar as leis já concretizadas no Brasil, de forma que é evidenciado a obrigatoriedade do benefício de vida, contudo péssimas condições ainda ocorrem com a parte mais pobre da população. Com isso, a segregação da parcela da população marginalizada e excluída do processo de higiene não aconteceria. Ademais, os baixos estratos sociais não seriam afetados com doenças que tem como transmissão a contaminação de água e alimentos com cistos dos animais presentes nos excrementos sólidos humanos.