Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 20/05/2019
O saneamento básico brasileiro é estabelecido pelas diretrizes nacionais que fundamenta-se na lei Nº 11.445 presente pela Constituição Federal. De fato, por o Brasil ter uma das maiores desigualdade social do mundo, o investimento do saneamento básico é inferior em relação aos países desenvolvidos. Além disso, populações com uma renda baixíssima passam à ter constantes condições precárias.
Em princípio a população brasileira passa atualmente com baixo acesso a água tratada. De acordo com a Folha de São Paulo, em 2004, 80,6% da população tinha acesso e em 2016, a taxa era de 83,3%, um aumento de só 3% da expansão da rede, sendo assim, um avanço pouco mais que a expansão demográfica. Além do mais, as regiões do Nordeste e Norte são locais mais pobres do país, assim com maiores déficit de coleta de esgoto.
Por causa da ausência de educação, saúde e igualdade de gênero, habitantes em situações de pobreza e fome são obrigados a morar em bairros irregulares. Essas pessoas nem sempre ocasiona acesso à água potável, banheiros limpos e coleta de esgoto. Desse modo, segundo um dos artigos do El País, a população e o Estado precisarão deixar de lado os projetos de infraestrutura, que constituem atualmente um elemento básico de desenvolvimento, para priorizar certos grupos específicos e encontrar soluções mais locais.
Por conseguinte, para a melhoria do precário saneamento básico brasileiro, é necessário o fortalecimento dos canais de comunicação entre a sociedade e o governo, como exemplo, o uso reservado nas redes sociais para postagens de dicas e avisos pelo Ministério de Desenvolvimento Regional. Ademais, o comprometimento do PLANSAB (Plano Nacional de Saneamento Básico), na melhoria das condições de vida de pessoas que vivem em locais degradados e direitos da estruturas de saneamento básico em todo o país.