Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 30/05/2019
O Brasil atual possui ainda muitos desafios para atender as necessidades de sua grande população, e é justamente nesse âmbito que se encontra uma parcela alta de cidadãos brasilianos, carentes de direitos básicos humanos, como o precário saneamento básico brasileiro, que mesmo apresentando lentas melhoras, ainda é muito escasso. Estima-se que com os investimentos atuais, o Brasil só terá um bom saneamento à todos em 2043, segundo o site “child fund Brasil”, mostra-se então, um sistema falido das leis que garantem esses direitos, além da falta de verbas, como outros empecilhos também, sem contar suas consequências.
Sabe-se que apesar das pequenas melhoras no sistema de saneamento básico brasileiro, estas se apresentam ainda lentas e graduais, além de faltarem para a maioria da população, como esgoto, escasso ainda assim para mais da metade dos habitantes, e também o abastecimento de água, que só aumentou quase 2,5% em 8 anos no Brasil, segundo o site do g1. Nesse contexto, pode-se afirmar que a falta de verbas direcionadas a esse problema é um desafio, além da mentalidade brasileira de se conduzir os orçamentos para seus investimentos, considerando apenas a rentabilidade que essa solução pode trazer, ao invés de se pensar no desenvolvimento humano somados à mal aplicabilidade do PLANSAB, o plano que deveria garantir esse direito básico humano ao brasileiro.
Consequentemente, o saneamento básico faz o Brasil perder bilhões em capital a cada ano que passa, segundo o uol, decorrente desse precário sistema, que já afeta a saúde, o bem estar e dignidade humana, diminui a produtividade dos seus brasileiros, doentes, por causa de água contaminada, falta de tratamento de esgoto e lixo. Assim, sem esse desenvolvimento, não há ganhos sociais em nenhum aspecto, ampliando seus efeitos negativos à sociedade em geral, isto é, não apenas ao cidadão.
Dessa forma, para se resolver a precariedade desse problema, os municípios deveriam aplicar seus investimentos públicos na saúde a longo prazo, como também investir em áreas mais locais ao invés do geral, com o intuito de se diminuir as desigualdades do saneamento por entre as regiões brasileiras, através do reforçamento dos serviços, além de melhorar a aplicação do PLANSAB, que já tem um projeto. Não só o estado, mas esse problema pode contar e incluir também com a participação da população, considerada fundamental, se mobilizando pelo seu direito ao saneamento básico, só assim para se eliminar o que deveria ser garantido à todo e qualquer cidadão brasileiro.