Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 09/10/2019

Durante a Idade Média, a peste negra foi responsável pela grande dizimação da população europeia, esse por vez, doença decorrida pelas péssimas condições de saneamento nas cidades medievais. Fora do contexto histórico, isso é um problema hodierno na vida de muitos brasileiros que, por não terem coleta e tratamento de esgoto ou água potável, são expostos à doenças e vivem em péssima qualidade de vida. Os fatores que conduzem a crítica situação em que várias cidades se encontram são os projetos mal elaborados e a falta de reivindicação por parte dos cidadãos  pelos seus direitos.

A priori, é notável que o precário saneamento dar-se pela falta de estrutura. Segundo, o cientista, Isaac Newton, " toda ação gera uma reação de mesma intensidade’’. Dessa forma, com estudos feito pelas próprias empresas de saneamento, o planejamento má qualificado com constantes erros explica, em parte, os motivos de atrasos ou de paralisação de obras. Exemplo disso é encontrado no município de Paraíba, em que, mesmo com projetos de levar água encanada à cidade, a proposta quase não saiu do papel, por motivos da obra mais complexas do que o previsto.

Ademais, cabe aos indivíduos cobrar o planejamento, metas e resultados e melhorias do lugar onde vivem. Em “Saneamento básico, o filme’’, obra brasileira, mostra a reunião de uma vila em busca de uma fossa para o tratamento de esgoto na sua região. Diferente da comédia, o desconhecimento da população nos problemas causados pelas péssimas condições de higiene pública faz que, consequentemente, exista à ausência de atitudes em busca de seus direitos básicos.

Depreende-se, portanto, a necessidade de melhorar o precário saneamento básico brasileiro. Para tanto, cabe o Ministério da educação inserir, nas escolas, dede a tenra idade, o tema de sustentabilidade voltada ao saneamento, com o objetivo de saber, desde criança, a importância de tal. Sendo assim, possível a busca do cidadão pelos o seu direito.