Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 08/09/2019

Estabelecida no início do século XXI, às diretrizes básicas para o saneamento no Brasil registrada na lei 11.445, se configuram com parâmetro para as gerações futuras, tais princípios visam regular os investimentos e a qualidade de vida. Nesse contexto, na busca de se atingir o idealizado em regra, fatores como planejamento e estudo do espaço são importantes de modo a contribuir com o desenvolvimento da comunidade.

Inicialmente, a criação de planos urbanísticos envolvem os objetivos e organização de atividades futuras em prol da sociedade. Para tanto, gráficos de instituições indicam insignificante evolução nos serviços básicos em pesquisas realizadas na ultima década num período de cinco anos, por consequente, desvios de recursos, entreves burocráticos e má execução de projetos não permitem a mudança do cenário. Em consequência, transtornos no transito, problemas na saúde da população e nos períodos de chuva alagamentos, são fatos que contribuem para a necessidade de um melhor planejamento em todos os estados da federação.

Desta forma, na busca de aprimorar a ferramenta do planejamento a topografia se mostra importante na mitigação de erros de projetos. As análises precisas dos terrenos, as orientações geológicas nas perspectivas de obstáculos colaboram em risco os investimentos. Em suma, as medições são imprescindíveis para o sucesso do empreendimento, principalmente em ações sociais que envolvam recursos públicos como peça futura de prestação de contas a sociedade.

Por fim, a sociedade e o Governo devem gerar propostas de mudanças às normas vigentes, por meio de audiências públicas divulgadas em diário oficial que abrirá oportunidade de discutir prioridades sanitárias com o objetivo de acompanhar obras e fiscalizar os recursos disponibilizados em ações integradas com o Ministério do Desenvolvimento registradas oficialmente em jornais e redes sociais um vez por semana.