Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 05/09/2019

Tanto o relatório da ONU de número 6,assim também como a Constituição Federal de 1988 determinam o direito ao saneamento básico de forma digna para todos o cidadãos.Entretanto,grande parcela da população brasileira se quer tem acesso ao mínimo e satisfatório sistema de saneamento básico.Nesse aspecto,é necessário que o poder público reveja as suas políticas tomadas em relação ao saneamento básico,principalmente no que diz respeito à parcela mais pobre do país.

Em primeiro lugar, a falta de assistencialismo político e social dos dirigentes brasileiros com os menos favorecidos socialmente no que se conhece por saneamento básico contradiz diretrizes e regulamentos previstos por lei.Durante o passar das décadas as gestões municipais brasileiras têm se afastado da função social em desenvolver nas áreas de baixa renda uma infraestrutura de boa qualidade.Segundo dados elaborados pelo pelo Instituto Trata Brasil,50% dos brasileiros não têm acesso a tratamento adequado de esgoto.Nesse sentido, tem-se uma situação deplorável do ponto de vista social e econômico,pois o Brasil revela-se um país que cobra uma alta carga tributária,no entanto,sem dá o devido retorno em bem-estar social aos contribuintes.Ademais, a desigualdade no acesso ao serviço configura em uma das mais inadmissíveis causas,pois a esfera governamental vem beneficiando somente regiões nobres de capitais brasileiras,onde em termos estatísticos,mais de 95% desses bairros desfrutam de uma qualidade de saneamento básico similar ao de países de primeiro mundo.

Como resultado desse desvio de conduta governamental, a nação brasileira é prejudicada de várias formas,tanto na qualidade e acessibilidade aos espaços públicos,e também em termos de saúde pública,assim,quem está em áreas de péssimo saneamento estão vulneráveis a adquirir muitas patologias entre elas:leptospirose,cólera e a disenteria  bacteriana. Outrossim, a parcela infantil é mais atingida pelo problema.Como afirmou Ernesto Neto:medidas simples e diretas,na política e na administração pública,desmontam a falácia da problematização".Nesse sentido, as medidas públicas podem transforma um problema existente na sociedade.

Diante do fato,é mister que o governo federal e empresas como a Sabesp invistam no setor de saneamento,com o auxílio de verbas estatais a longo prazo,atenuando o péssimo serviço de saneamento básico.Ademais o monitoramento das áreas mais vulneráveis ao problema é de suma importância,assim sendo,a gestão pública brasileira pode desenvolver uma estratégia para levar o devido tratamento de esgoto e distribuição de água potável com uso da tecnologia, a exemplo de drones para rastrear onde ocorre o impasse em maior escala.Feito isso,a população será beneficiada socialmente e o que é previsto em lei será de fato presenciado na esfera social.