Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 14/09/2019

A colonização do Brasil em 1500 proporcionou muitas mudanças a sociedade,inclusive para o saneamento básico brasileiro que chegou ao país em 1561 com Estácio de Sá.Proporcionando,assim,um avanço no saneamento brasileiro,ocasionando vários desafios ao governo brasileiro para melhorar o precário saneamento,como garante a Constituição Federal de 1988.

As projeções da Universidade de São Paulo (USP) afirmam que 75% das casas possui rede de esgoto tratada.Um fator responsável para o tratamento adequado dessas casas é a Lei Federal nº 11.445,na qual garante que todas as residências tem direito a água potável de qualidade.Consequetemente,25% das residências não possui rede de esgoto tratada por falta de planejamento adequado.Causando ao longo dos anos um desafio para as políticas públicas brasileiras em levar rede de água tratada aos locais que ainda falta.

Vale ressaltar,ainda, a corrupção por parte de prefeitos de algumas cidades em cima do dinheiro da infraestrutura do saneamento básico. Por isso,tem que haver intervenções públicas na fiscalização da aplicação de verbas,porque,segundo aponta a Folha de São Paulo,ainda tem-se que proporcionar uma melhor administração do saneamento básico.Como consequência, a corrupção faz com que o dinheiro seja insuficiente para investir,o que é ruim,uma vez que quanto mais falta investimento, muito mais o país perde em Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).Desse modo,torna-se inevitável uma mudança na fiscalização e no planejamento parar inserir rede fluvial adequada em toda a cidade.

Fica evidente,portanto,que a falta de planejamento e a corrupção geram grandes impactos a sociedade.É preciso,então, que as políticas públicas em parceria com as mídias de comunicação realizem campanhas publicitárias,em que ensinem e incentivem a população a fiscalizar o dinheiro empregado para obras de saneamento básico da cidade. Ademais, que o Sistema Nacional de Informação Sobre Saneamento (SNIS) estruture o sistema hídrico,realizando projetos de revitalização, no intuito de aumentar a água tratada as áreas que ainda não possui.Assim, a fiscalização e a estruturação do saneamento básico brasileiro funcionarão conforme prevê a Constituição Federal.