Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 23/10/2019
Nas cidades com poucos recursos no Brasil, é notório constatar precariedade desprovida para os habitantes conseguir obter uma vida digna, uma vez que a falta de infraestrutura socioeconômica contagia os avanços. Dessa forma, o amontoamento de lixos, deflagra questões de saúde pública e danos ambientais; sobretudo, pela ausência das instalações operacionais.
Nesse sentido, é pertinente que ocorra riscos a saúde da população inserida num ambiente de devastação ecossistêmica. De acordo com a OMS, 15 mil Brasileiros morreram no ano de 2008, devido a doenças relacionadas à falta de saneamento básico. Tal circunstância sucede por efeito da exposição inerente dos insetos temerário a qual emana graves epidemias, tais como a Léptospirose e Dengue.
Ademais, vale salientar como as pessoas usufrui de uma má alimentação e o acesso escasso de água potável. Essa conjuntura provém da poluição dos recursos hídricos. Com isso, tem-se uma quantidade absurda de águas poluídas. Segundo a ONU, o saneamento básico é um direito humano; entretanto, cabe pontuar que 2,5 Bilhões de pessoas estão exclusa desses benefícios no aspecto global.
Tendo em vista a problemática debatida, fica evidente que medidas devem ser tomadas. É atribuível, o dever do Ministério do Meio Ambiente, organizar um projeto de lei que disponibiliza a manutenção frequente sobre as áreas degeneradas. Deve-se sobrevir por meio de ligamentos da comunidade com os agentes ambientais. Desse modo, os agentes de defesa do meio ambiente é compulsória a transmitir informações a respeito de melhoria do saneamento, ou seja, o ofício da sociedade garantir limpeza nos locais, para então, o profissional ambiental desenvolver e estabelecer mecanismos coleta de lixo, tratamentos de esgoto, agua potável e o controle de pragas em animais que possa causar doenças nas pessoas. Espera-se, com isso, que os direitos de saneamento constituído pela ONU, consigam se emancipar universalmente.