Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 26/10/2019
O desenfreado processo de urbanização nas metrópoles brasileiras,ocorridas durante o século XX, ocasionou a aglomeração populacional intensa em determinadas regiões, no entanto, este dinamismo desorganizado acarretou consequências,nas quais, afetaram diretamente a qualidade de vida desta parcela populacional.Embora a Constituição Federal de 1988 assegure o direito ao bem-estar de todos os cidadãos, é evidente que, tal fato não transparece na prática, uma vez que, de acordo com o G1 Globo, no ano de 2016, mais de 40% da população não possuía acesso à saneamento básico.Contudo, esta divergência deve-se pelo descaso governamental com esses indivíduos, ou pela prática redundante da população acerca da inábil educação sanitária oferecida.
Em primeiro plano, é indispensável ressaltar que a precariedade no saneamento básico brasileiro, deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que coíbam tais recorrências.Segundo o filósofo inglês,Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir a qualidade de vida da população, entretanto, isso não ocorre no país.De maneira análoga, nota-se que a população está abandonada sob um poder que não sintetiza sua função política, convergindo para o agravamento desta circunstância.
Paralelo a esta questão, é notório que a escassez do devido comportamento social nas regiões periféricas, também atua como promotor do problema, cujo reforça a deteriorização do sistema sanitário.Consoante o poeta Carlos Drummond de Andrade, a educação é capaz de melhorar a natureza do homem.Conforme este ponto de vista, vê-se que a falta de campanhas conscientizadoras quanto aos riscos dos maus hábitos sanitários, influencia negativamente a conjuntura atual, fortalecendo o processo cíclico da problemática.
Desta forma, evidencia-se, portanto, que medidas são necessárias para melhorar o precário saneamento básico no Brasil.Logo, com o intuito de mitigar os impactos do problema, necessita-se, que o Tribunal de Contas da União, direcione capital que, por intermédio das redes de instalações de esgoto e tratamento de água, seja revertido na construção devida no sistema de saneamento em regiões defasadas.Aliado a isso, faz-se vital que o Ministério da Saúde promova campanhas,na qual informem sobre os malefícios da má higienização e do incorreto descarte de lixo e de detritos, a fim de propagar conhecimento e garantir a superação desta situação social, para que a insuficiência sanitária seja superada em todo país.