Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 27/10/2019

Em um dos capítulos da história, a Revolução Industrial intensificou a migração do campo para a cidade principais locais onde os parques industriais se instalavam. Assim, com o aumento da produção a demanda sofria alterações, esses efeitos contribuíram para o grande contingente de pessoas em áreas periféricas. Desse modo, trabalhadores recém chegados eram expostos a condições de vida degradantes. O descarte de lixo era feito de forma irregular, principalmente nos rios. De forma análoga às Revoluções, a falta de estrutura e carência de saneamento básico é presente no Brasil. Com efeito, evidencia-se a necessidade de subterfúgios para a promoção de melhorias na sociedade.

Em primeiro plano, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição federal. Entretanto, algumas famílias são privadas da ação plena dessa lei. O recurso precário advindos da falta de prioridade do Estado, contribuí, de certa forma, à segregação social a esse grupo de pessoas, impedindo que esses cidadãos exerçam de forma digna o direito previsto. Assim, enquanto a omissão do Estado for efetiva, o Brasil será obrigado a conviver com a negligência ferindo de forma contínua a dignidade humana.

De outra parte, a falta de saneamento básico inviabiliza a saúde trazendo doenças infecciosas pelo consumo imprópio da água contaminada por resíduos sólidos, causando um efeito em cadeia sobrecarregando à estrutura fragilizada da saúde pública. Ademais, a poluição crescente e os locais imprópios de descarte em córregos urbanos, neste contexto, compromete ainda mais às estruturas de ampliação e o processo de tratamento.

É urgente, portanto, que para frear os impactos da negligência com o saneamento básico no Brasil, atitudes sejam tomadas pelas três esferas. A cargo do Estado, fica necessário a viabilização da lei de forma prioritária e a destinação de recursos de forma conjunta com o Ministério do Desenvolvimento, para que, desse modo, a lei seja efetivada em sua plenitude. A cargo do IBGE mapear todas as áreas afetadas com carência de saneamento para que uma área de abrangência seja efetivada com a finalidade de promover a isonomia. Ademais, o Ministério da saúde, informar a população das doenças infecciosas que podem ser transmitidas, com a finalidade de detectar de forma mais ágil e curar de formai mais efetiva. Dessa forma o Brasil será mais isonômico e menos omisso com o saneamento básico e promovendo melhorias ao tecido social. .