Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 07/03/2020
Ao fim do período medieval, os governantes iniciaram a garantia do saneamento básico à população. Desde então, os estudos sobre coleta de resíduos domiciliares e tratamento de água e esgoto foram sendo aperfeiçoados em cada país. No Brasil, ainda há carência desses recursos em todas as regiões por consequência da má administração dos cofres públicos e do paradoxo da desigualdade social perante o slogan oficial: “país rico é país sem pobreza”.
Antes de mais nada, o banheiro seco, considerado arcaico, faz-se presente nas cidades brasileiras decorrente da gestão dos representantes escolhidos. De acordo com o Instituto Trata Brasil, em 2016, 65% da população não tinha acesso ao tratamento de esgoto e 49% a coleta, com ênfase na promiscuidade da economia. Nesse contexto, o desafio é priorizar o controle, e se preciso for, os cortes de gastos em outros setores, para se adequar a situação e alavancar a funcionalidade de um país em desenvolvimento. Por fim, como cita Stan Lee, presidente da Marvel, “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”, com ressalte de que é necessário, de imediato, novas posturas do ocupante do cargo.
Para mais, a desigualdade é o marco inicial para estabelecer melhorias. Visto que há a tendência de cidadãos de classes baixas possuírem construções irregulares. Com isso, torna-se evidente a junção da desigualdade e do saneamento que a falta de gerenciamento urbanístico e rural possuem. Ademais, no blog Child Fund Brasil, em 2018, o investimento para o saneamento básico era de R$508bi que retrata que a terra de palmeiras tem condições de praticar mudanças mas prefere enfrentar o paradoxo. Logo, é necessário dar qualidade àqueles que não têm o mínimo de conforto.
Em suma, o Brasil enfrenta vários impasses que precisam ser solucionados. O Ministério da Economia em parceria com o grupo da área de Construção Civil devem elaborar planilhas de gastos com órgãos municipais e estaduais para priorizar as questões mais precárias de edificações para os cidadãos e elaborar projetos de qualidade para os que vivem abaixo da linha da pobreza para assim progredir com o desenvolvimento do país e garantir o direito das condições básicas de vida, para então, progredir em uma sociedade menos desigual.