Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro
Enviada em 21/03/2020
Segundo o filósofo Thomas Hobbes, “É papel do Estado manter o bem estar social”. No entanto, há na sociedade contemporânea grandes desafios em virtude do precário saneamento básico no Brasil. Em vista disso, essa problemática é evidenciada em regiões carentes, sendo agravado o cenário de desigualdade social, além corroborar para o surgimento de doenças na população.
Em primeiro plano, de acordo com a lei n 11.445/07 compreende o conjunto de serviços estruturais de saneamento para os indivíduos. Entretanto, ocorre uma desigualdade social em relação a periferias, em razão da ausência de água potável, rede de esgoto entre outros. Ademais, é salientado que á cobranças de imposto e taxas pelo Estado para a manutenção do saneamento. Mediante a isso, o valor taxado pesa no bolso de famílias carentes, além de não receberem o devido direito de apresentar um aceitável manejo de asseamento.
Em uma segunda análise, outro aspecto a ser abordado é o advento de doenças como a cólera, que é ocasionada por água contaminada, em virtude do manejo inadequado do saneamento. Nesse sentido, a escassez dessas medidas afeta diretamente a saúde e qualidade de vida da população. Logo, as enfermidade são de fácil prevenção, mas acarreta em diversas mortes no país, sobretudo, em crianças.
Portanto, em vista dos argumentos apresentados, o Governo deve enviar verbas para o Estado, e assim investir na melhoria do saneamento, com o intuito de visar regiões periféricas, além de reduzirem os impostos cobrados por esse direito aos cidadãos. Além disso, o Ministério da Saúde deve advir uma fiscalização sobre o aparecimento de doenças pela falta de asseamento nas cidades, para diminuir o surgimento de enfermidades na população. Dessa maneira, será possível melhorar o precário saneamento básico no Brasil.