Desafios para melhorar o precário saneamento básico brasileiro

Enviada em 05/04/2020

A peste negra que assolou a Europa no período medieval se perpetua devido as péssimas condões sanitárias da época, prejudicando a saúde e a qualidade de vida dos povos europeus. Dessa maneira análoga, no Brasil hodierno, há a realidade do saneamento básico uma vez que é um dos problemas mais urgente do século XXI.

Em primeira análise, é notável que os feitos do estado para a melhora do quadro atual ocorre de maneira cada vez mais lenta. A perspectiva embasada pela teoria dos três poderes do filósofo Montesquieu, afirma que o poder executivo tem como função a priorização das necessidades da nação com o propósito de manter o bem estar da sociedade. Nessa perspectiva, é evidente que o papel governamental não é síncrono ao exposto, visto que grande parte da população não tem acesso a saneamento básico.

Em segunda análise, somando á má administração, vale salientar, também, as doenças causadas em consequência da problemática. O aumento do número de mortes, especialmente de crianças, está  diretamente relacionado a falta de saneamento básico. Segundo o estatuto Brasileiro de Geografia e Estatística, a região Norte apresenta menor porcentagem de municípios com rede de esgoto. Consequentemente, a mesma região obteve a maior taxa de mortalidade infantil.

Sendo assim, fica evidente que o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, crie oportunidades para que a população rurais que vivem sem água tenha uma ajuda com carros pipas e, junto ao Sistema Único de Saúde, implante unidades de saúde com médicos especialistas em doenças mais frequentes nesses locais.